Poemas, frases e mensagens de Setedados777

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Setedados777

ALMAS DO NEGRO PECADO - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

 
ALMAS DO NEGRO PECADO - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"
 
Na escuridão das minhas costas,
E nesse tempo por mim já vivido,
Vejo lá atrás, o que sobrou dos
Meus erros nessas caminhadas...
Vem a nuvem de incertezas que
Devora o que eu já tinha sofrido,
Cuspindo réstias para os meus
Pesadelos de almas clamadas!

É ela que me cobre como um manto,
Em minha negra vida de penitência;
E também cobra esse meu mal com,
Míseras moedas d’um santo desleal...
Fico sem poder rasgar essas dores,
Que lá ficaram pedindo clemência,
E sem resgatar a moralidade que
Salvar-me-ia, deste destino fatal!

A carne crua me dói num lamento,
Que destas inocências a alimenta,
Descarregando-as nas memórias
D’um demônio..., sina que agora sou!
Sofro, mesmo sendo uma aberração,
Que a expressão só a mim aparenta;
Uma face enrolada em pergaminhos
De peles, que o desejo me costurou!
As vozes em calafrios que me cortam
Em lamúrias, levam-me condenações...
Os dias em mim nunca amanhecem,
Não vejo as luzes dos meus perdões...
Nada que eu faça força por grande
Arrependimento - me cura essa dor,
Mesmo a querer eu ao senhor Deus
Justificar; pois, violei e sou pecador!

E existo feito espíritos condenados,
Entre velas negras de fracas luzes...
Um calvário de espinhos é a minha
Morada, rodeado de muitas cruzes;
Cada uma delas ostenta uma placa,
Com o nome dos anjos crucificados...
Ali não repousa o corpo, só ficaram
As almas..., nos cravos martelados!

Eduardo Eugênio Batista

@Direitos autorais protegidos por lei

Link oficial do livro. Leia as primeiras páginas. https://www.clubedeautores.com.br/book ... _OS_SENTIDOS#.VNwQAfnF-3E
 
ALMAS DO NEGRO PECADO - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

POR TI, SOU DOENTE - Poesia nº 03 do meu primeiro livro "Em todos os sentidos"

 
POR TI, SOU DOENTE - Poesia nº 03 do meu primeiro livro  "Em todos os sentidos"
 
De ti, cada esperança a cada esquina
Dos sonhos, nas quais eu lhe conquistara
Desde a amizade que lhe cativara,
Sempre lembro-me e assim choro, ó menina!

Choro por medo de perder-te, choro!
Por favor, ó menina linda, venha!
És meu fogo, também a brasa e lenha;
Sejas só minha, por favor, te imploro!

Este amor tu não mates de repente,
Porque a ti, a minha vida aqui lhe entrego.
Se fugires por ser inconsequente...,

...De ciúmes que tanto sinto e rego,
Por tua flor tão cheirosa e atraente;
Eu morrerei doente, não mais nego!

Eduardo Eugênio Batista

@direitos autorais registrados e protegidos por lei

Publicado no site: O Melhor da Web em 06/04/2015
Código do Texto: 125735
 
POR TI, SOU DOENTE - Poesia nº 03 do meu primeiro livro  "Em todos os sentidos"

AMOR MARINHEIRO - Poesia nº4 do meu segundo livro "Internamente exposto"

 
AMOR MARINHEIRO - Poesia nº4 do meu segundo livro "Internamente exposto"
 
Pensei em deixar-te
Um buquê de flores
Como o presente de
Despedida neste dia...
Foram noites e madrugadas em fervores,
Degustadas na volúpia que em nós havia!

Não, não é nada fácil
Sentir esta separação,
Do destino que chama,
Um amor de saudades!
Mesmo que haja sentimentos no coração,
Faço-me juiz e réu das próprias verdades...!

Sentia eu e muito forte,
Um calor ainda distante,
Nestas minhas viagens
Do suposto bel-prazer...
Era a sua presença no meu inconsciente,
Que o tempo, não mais me deixará trazer!

A minha solidão navega
Nesta paisagem infinita,
Num fado meu, em vão,
Pra rever meus amores!
Mas, na imensidão que meu coração habita,
Levarei somente os seus perfumes e dores!

Porque sou das pobres
Mulheres um vagabundo,
Doo o meu amor a quem
Pede-me, sem ter trocas...
O coração de marinheiro é dono do mundo,
Sou livre, sonhador, logo partirei das docas!

Eduardo

Site oficial do livro
https://www.clubedeautores.com.br/book/156854--INTERNAMENTE_EXPOSTO

LINK DA POESIA

http://www.poesias.omelhordaweb.com.b ... ca=INTERNAMENTE%20EXPOSTO
 
AMOR MARINHEIRO - Poesia nº4 do meu segundo livro "Internamente exposto"

Primeira poesia do meu 3º livro "Relevos". FEITIÇOS DE LUAR

 
Primeira poesia do meu 3º livro "Relevos". FEITIÇOS DE LUAR
 
FEITIÇOS DE LUAR

Se for de amores que exprimo exaltação,
Eles virão belos, puros, com intensidade;
Tenho de ti, ó lua, tais desejos em mãos,
A querer no seu clarear essas verdades!

Se eles estão pra nascer, dentro de mim,
Nas escritas que me enlevam, te olhando,
Mande-me em bandos, (os teus serafins),
Na certeza que eu os derivo, buscando!

Lua, que nos meus olhares, amor cintila,
Rapte vidas, eu as quero companheiras;
E mesmo nesta lonjura serei uma ancila
Da tua luz, dentro de paixões feiticeiras!

Eduardo Eugênio Batista.

Site oficial do livro

https://www.clubedeautores.com.br/book/175096--RELEVOS

LINK DA POESIA

http://www.poesias.omelhordaweb.com.b ... ca=FEITI%C7OS%20DE%20LUAR
 
Primeira poesia do meu 3º livro "Relevos". FEITIÇOS DE LUAR

ADOLESCENTE MULHER - Poesia nº3 do meu segundo livro "Internamente exposto"

 
ADOLESCENTE MULHER - Poesia nº3 do meu segundo livro "Internamente exposto"
 
Em nós, essa sedução que é linda e tão ardente,
É pura afeição que expusemos...
Quanto ao parecer de outros, ela é inconsequente
No pecar, dos desejos que temos!

E eu, feliz, sou o cúmplice desta censura sofrida...,
Que na diferente idade dela,
Vêm reflorescer a meiga adolescente, que na vida,
Brinca de amor e se revela!

E tu, ó menina moça, em dolo de frêmito vibrante,
Por mais que te culpem vontades,
Quando me punha, assim, num delírio rompante,
É uma retentora sem maldades!

E eu, sem revés - e num clamor de mito amante,
A querer sempre teu corpo lindo,
Quando sussurras cada palavra doce e inebriante,
Neste real amor, se construindo!

A vida só amará as escolhas, em nós humanos,
E se mostrará em total beleza,
No preencher do que é maior, sem ter enganos,
Da paixão pela própria natureza!

Eduardo

Site oficial do livro
https://www.clubedeautores.com.br/book/156854--INTERNAMENTE_EXPOSTO

LINK DA POESIA

http://www.poesias.omelhordaweb.com.b ... ca=INTERNAMENTE%20EXPOSTO
 
ADOLESCENTE MULHER - Poesia nº3 do meu segundo livro "Internamente exposto"

MORRI, MAS AINDA ESTOU AQUI! - Poesia do meu livro "Internamente exposto"

 
Antes que a minha carne inteira apodreça,
Eu tomo um gole de loucura na minha taça,
E trovas a meia morte, faço!
O pecado que me mate, mas não amanheça
Na cova que me jogou a ilusão da desgraça,
A dar-me no escuro um abraço!

Agora mesmo, a nenhum som eu cá escuto,
Na fria sombra que encapa o meu leito sujo,
Igual roupa cerimoniosa.
E combato a todos, por ganhar o injusto luto,
Fadado a arrastar-me na terra, feito caramujo
De corcunda pavorosa!

Ai de mim! Que assim no ermo, sou o alguém,
Quando se é na passagem viva, um morto vivo.
Morri, mas aqui ainda estou!
Não me quero um humano, podre de ninguém;
Se fosse mal que me fizeste, dormirias comigo,
No pouco do que me restou!

Ria e chore das horas que sobram no teu mundo;
Mas, se tu entregar-se, no temor do passamento,
Roerei teus olhos de agonia!
Fui e, sou tudo! Quem aqui não é um vagabundo?
A inveja comeu tua própria língua por julgamento,
Foi praga que te roguei neste dia!

Venha pro meu lastimoso esquife, alma zombeteira!
Aonde pensas que vai? Salvar-se com esse Deus?
Engana-se, cara amiga vida!
De ti, comi, cuspi, arreganhei-lhe e te gozei inteira;
Porque na falsa carne que me veste, dizes adeus?
Ah, és bem tu que é sofrida!

@direitos autorais protegidos por lei
 
MORRI, MAS AINDA ESTOU AQUI! - Poesia do meu livro "Internamente exposto"

PAZ - Soneto inédito do meu 6º livro de poesias (já em andamento).

 
PAZ - Soneto inédito do meu 6º livro de poesias (já em andamento).
 
Cá andando entre as dores e meu sonho,
E a isso de mim, viver o que aqui vejo
E a sentir também o que eu mais almejo;
De cara de paz, pinto-me risonho!

Ao Deus onipotente, assim proponho:
Se eu não mais sofrer do que não desejo,
Transformo o dom amargo em doce beijo,
E o mal que me circunda o ser tristonho,

Deixo-o a dançar com os meus querubins,
Que num céu de perdões irei buscar,
Derramando-se em lágrimas felizes!

E que esse Deus me mostre sem ter fins,
As belezas que o mal quer me ofuscar,
Derramadas em nuvens de matizes!

Eduardo Eugênio Batista

@Direitos autorais protegidos por lei
 
PAZ - Soneto inédito do meu 6º livro de poesias (já em andamento).

TRANSBORDANDO SAUDADES - Poesia nº 02 do meu primeiro livro "Em todos os sentidos"

 
TRANSBORDANDO SAUDADES - Poesia nº 02 do meu primeiro livro "Em todos os sentidos"
 
Sorrindo no brandir desta ternura,
Vou assim alimentando o que preciso;
Lembrando de ilusões por tal ventura,
Qual de fora pra dentro idealizo,

...Desta paixão que no meu peito vive,
Inda que bata apenas por saudade!
Eu sei que na alegria também tive,
Mesmo por desengano essa verdade,

...Num passado doído, mas tão belo,
Que neste meu soneto te recordo.
É uma prova existente que houve esse elo,

...E pelo amor querido não discordo,
Desta busca do meu querer singelo,
Num sofrimento que de mim transbordo!

Eduardo Eugênio Batista

@direitos autorais registrados e protegidos por lei

Publicado no site: O Melhor da Web em 06/04/2015
Código do Texto: 125734
 
TRANSBORDANDO SAUDADES - Poesia nº 02 do meu primeiro livro "Em todos os sentidos"

CIRANDA BELZEBU - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

 
CIRANDA BELZEBU - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"
 
Eu,
Forca ambulante,
Como gente suicida,
Que ainda desgostosa,
Traço a cada passo,
Uma meta sem destinos,
Ausente de favores
E deveres apagados;
...Entro na ternura do estranho,
Arrebato nostálgica..., o vil,
E deixo a minha carcaça dançar!

Também eu!
Que “Cristo” não carrego,
Pois, arreganho-me e falo
Do grande falo do “Coisa”
Que me veste com seus olhos,
Os desejos da carne quente,
Onde espectros sobressaem
Rompidos de androginias,
Em mil facetas libidinosas,
Na mestra linha entre este meu
Fluir do tênue, ao pecaminoso!

E todas nós!
Barrigas de aluguéis que inflam,
E parem filhos sem o nosso sobrenome,
Como a defecar as meras incertezas
Do não querer, desta vida desgraçada!
Atada a romper com a iniquidade do meu isolamento,
Apenas consternada e quieta ao ver esse mal passar,
Eu pesco com as minhas unhas roxas de prostituta,
A pedir a comida das injustiças, que é a minha dor!
Mais fácil eu descer os degraus sem conselhos,
Do que amarrar-se na minha não sorte,
Subindo os degraus dos mandamentos.

Humanos tentam mais que a garganta já profunda,
Que engoliu muda {o sabor da inexistência fecunda},
A gritar o que nos mata silenciosas..., travestidas de
Sabores e sufocadas dentro desta ciranda entranha,
Que pra falsa moral do mundo se arreganha;
Ó, minha vida, vida minha de horrores!

Eduardo Eugênio Batista

@Direitos autorais protegidos por lei
 
CIRANDA BELZEBU - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

QUERO DORMIR - Poesia do meu livro "Internamente exposto"

 
Quero dormir...,
Entre os nascidos que não tiveram a sorte,
Para consolar a mãe que pediu compaixão!

Quero dormir...,
Entre as mãos do inimigo que te deu um fim,
Para saber a razão desta sua tristonha morte!

Quero dormir...,
Entre o espaço e a terra, entre você e mim,
Entre bocas de céus, pra engolir a solidão!

Quero dormir...,
No olhar de uma idosa sentada, ali sossegada;
Com o feliz sorriso mostrado, ao deixar escapar
As boas lembranças da juventude ali suspirada,
E tecendo na cadeira de balanço, o seu tricotar!

Quero dormir...,
Entre todas as nossas belas flores,
Dentro dos seus coloridos perfumes,
Para levar a maciez da minha candura,
A quem amo com essa intensa loucura!

Quero dormir...,
Entre as matas, redescobrindo seus valores,
Assim como os perdões pedidos aos amores.

Quero dormir...,
Pra te encontrar em sonho, numa terra bem pura,
Onde o alimento dividido, doar-se-á com ternura!

Quero dormir...,
Tranquilo, sabendo que essa colheita da nova vida,
Faça a paz renascer na mais distante alma perdida!

Quero dormir...,
No meio das crianças que perseguidas por judiação,
Não irão deixar de sorrir, porque a beleza aqui existe!
É a volta do carinho encontrado e na paz do coração,
Onde os inocentes ensinam que: O amor não é triste!

Quero dormir...,
Livre! Para que tudo isso e muito..., muito mais,
Seja desenhado em nossos papéis da verdade,
Onde exista a veneração entre tantos desiguais,
Mesmo que: Para sobreviver na dura realidade!

@direitos autorais protegidos por lei
 
QUERO DORMIR - Poesia do meu livro "Internamente exposto"

Ó DOR! - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

 
 Ó DOR! - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"
 
...Ó dor, foi assim que me viste!

Não tem vivo que não a tenha...!
Não tem quem de ti acabe morto!
Não tem quem da brasa foi lenha!
Não tem quem de ti é desconforto!

...Ó dor, que assim me assiste!

Porque ó dor, este confronto,
Se tudo que sou me é tristeza?
Porque ó dor, a mim desaponto,
Se tudo se morre na incerteza?

...Ó dor, que assim me insiste!

Não faças ó dor, eu aqui pagar,
Porque em você não desconto;
Não faças ó dor, o eu me matar,
Porque ainda não estou pronto!

Ó dor, que de mim não desiste!

Eduardo Eugênio Batista

@Direitos autorais protegidos por lei

Link oficial do livro. Leia as primeiras páginas. https://www.clubedeautores.com.br/book ... _OS_SENTIDOS#.VNwQAfnF-3E
 
 Ó DOR! - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

Primeira poesia do meu 2º livro "Internamente exposto". CORAÇÃO QUE VOA

 
Primeira poesia do meu 2º livro "Internamente exposto". CORAÇÃO QUE VOA
 
CORAÇÃO QUE VOA

Na intensidade da chama que tanto busco,
Forte, vem sem princípios a lei dos amores
Que nos ensejos ofusco;
Sempre teimoso e audaz,
A me servir, sem favores!

E esse calor que me ronda..., até incessante,
Tem nome, não idade. É infante o meu gosto
Ao chamado constante...
É ele, meu bom coração,
Que estampo sem rosto!

Mas, ele se doa sem ter medo e maldades;
Traga a presença da vida, rindo, trocando,
E digerindo as verdades,
Envolvendo-me desejos,
No assim, tudo amando!

Vai longe feito um pássaro, voa sem pressa...
Em outros ninhos é feliz, mas, não se revela;
Das alvoradas regressa,
Triunfante, nesta prova
De cada noite tão bela!

Tantas pessoas, sem ter nenhuma mal amada;
Cada prazer em lágrimas, o meu peito povoa...
Querem a minha morada,
Mas eu sou livre feito o ar;
Ah, meu coração que voa!

Eduardo Eugênio Batista.

Site oficial do livro
https://www.clubedeautores.com.br/book/156854--INTERNAMENTE_EXPOSTO

LINK DA POESIA

http://www.poesias.omelhordaweb.com.b ... a=cora%E7%E3o%20que%20voa
 
Primeira poesia do meu 2º livro "Internamente exposto". CORAÇÃO QUE VOA

MEU RETIRO - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

 
MEU RETIRO - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"
 
Despido totalmente da vida rotineira,
Entro descalço - na beleza da praia,
Contagiando minha alma já faceira,
Assim, tão pertinho da minha casa;
Mar e sal, exalando singular cheiro!

Ai! E que gostosura é dessa maneira,
Que este meu corpo rodopiando, caia,
E ali, bem em cima dessa areia ligeira,
Que se escorre em mim e me apraza
Com o vento, o seu fiel companheiro!

Este, traz no seu rastro voos de gaivotas
Que curiosas, me espiam desconfiadas...
E a ave sequer imagina e nem descobre
O porquê de: Para ela, estar acenando!
Na água, sorrisos em prazer, retratando
Viço em respingos de espumas no rosto!

Ah! Ó Deus! Que bom que o ar me nota,
E deixa-se tão puro e feliz ser respirado;
É um elemento muito especial, tão nobre,
E que me refresca quando vou andando,
A catar conchinhas neste dia ensolarado!
Ó alvedrio praiano, não há o igual gosto!

Largo a camisa e de calção somente,
Vou suspirando - dentro de outra vida,
Que a bela natureza viva me empresta;
Parece que em mim entra a felicidade,
Transforma-me e domina minha mente!

Ah, meu Deus! O sol resplandecente
Que me acalorava, agora me convida
A registrar com reverência esta festa,
Que a água do mar, na multiplicidade
Das ondas me banha tão suavemente!

Do banho saio satisfeito e já me atiro
Outra vez na areia, revigoro energias,
Para depois..., repetir esta gostosura!
Eu quero sim, o bem viver neste retiro;
E se aqui morrer, expirarei em alegrias!

Eduardo Eugênio Batista

@Direitos autorais protegidos por lei

Vista aérea parcial de Balneário Barra do Sul, o meu paraíso.

Link oficial do livro. Leia as primeiras páginas. https://www.clubedeautores.com.br/book ... _OS_SENTIDOS#.VNwQAfnF-3E
 
MEU RETIRO - Poesia do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

Primeiro soneto do meu 4º livro "Eclipse" EU ÁGUA, FLORES, NUVENS, VAGA-LUMES, AMOR E ESTRELAS

 
Primeiro soneto do meu 4º livro "Eclipse"   EU ÁGUA, FLORES, NUVENS, VAGA-LUMES, AMOR E ESTRELAS
 
EU ÁGUA, FLORES, NUVENS,
VAGA-LUMES, AMOR E ESTRELAS

Das águas (sou nenúfar) preciosa
No vivo refletir da minha imagem,
Danço silente e mais do que dengosa
No cativo retrato da paisagem...!

Da imensidão às cores lá no céu
De algodões feito um rastro decorado,
Sou nuvens, água e flores, também réu
D’uma paixão sem ser um condenado!

No espaço, o exalar de nossos perfumes
Entre voos magistrais de vaga-lumes,
Guiados por saudades já sentidas...,

...A almejar mais encanto em nossas vidas!
Refaço-me assim, sem complexidade,
De estrelas de amor para a eternidade!

Eduardo Eugênio Batista.

Site oficial do livro
https://www.clubedeautores.com.br/book/175399--ECLIPSE#.VHirbjHF9tU

LINK DA POESIA

http://www.poesias.omelhordaweb.com.b ... ulo&tbTxBusca=EU%20%C1GUA,
 
Primeiro soneto do meu 4º livro "Eclipse"   EU ÁGUA, FLORES, NUVENS, VAGA-LUMES, AMOR E ESTRELAS

A DONA MORTE FOI-SE... - Poesia do meu 4º livro "Eclipse"

 
A DONA MORTE FOI-SE... - Poesia do meu 4º livro "Eclipse"
 
Vieste de grande escuridão...
Depois tentavas me tatear?
Ah, procuravas-me em vão...!
Nunca vi o meu céu negro,
Por esta razão firmo-me a me amar!
Não negocio nunca o meu segredo...,
E jamais te ouvi na noite a me clamar!

Antes que em mim resvalasses,
Neste (que sou) em meu espaço,
Vomitei no escuro esse bagaço
Da minha invadida adolescência,
Não prestando-te minha reverência,
Em nosso encontro de duras faces...

Eu ando com qualquer humano faminto!
Devorando-os, comemo-nos por instinto...

E neste mundo que se faz tão cruel,
Ao qual entrego o meu corpo ao léu,
Vivo mastigando-me em profundo fel...
Na certeza do meu corpo só ao sexo semeado,
Qual campo de colheita tenho canto reservado,
Preparo-me para o mal em todo o seu movimento.
Ah, pense bem dona, antes de ter-me por dentro!

Passo o dia todo ardendo
Tudo, em madeiras horas;
Assim, em mim vou vivendo.
Esses vermes barulhentos,
Que na barriga nos devoram,
E que em todo corpo se encontram,
Logo penso eu: que não se demoram,
Que não tenho escolha, não há falha,
E que esta vida pra mim, nada valha!

Porém, eu de ti não sentirei calafrios...
Tu pensas querer vir dar-me um fim?
Catar-me como madura fruta?
E eu certeiro a ferir teus brios,
Quando estavas uns passos de mim,
Eu expulsei-a sem ter nenhuma luta!

Pobre criatura!
Desiludida,
Cabisbaixa,
Minha enorme gargalhada a enxotou,
E do meu eu, um grande nada levou!

Eduardo Eugênio Batista

@Direitos autorais protegidos por lei

Site oficial do livro - Leia as primeiras páginas.

https://www.clubedeautores.com.br/book/175399--ECLIPSE#.VNq7NfnF-3E

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=287664 © Luso-Poemas
 
A DONA MORTE FOI-SE... - Poesia do meu 4º livro "Eclipse"

DENTRO DO MEU TEMPO - Poesia do meu 1º livro 'Em todos os sentidos"

 
DENTRO DO MEU TEMPO - Poesia do meu 1º livro 'Em todos os sentidos"
 
Que o tempo...,
...Seja-me puro, lindo, longo, assim tão leve,
Com sorte à vida que no destino se escreve!
Que o tempo...,
...Com as suas mais suaves e belas cores,
Apaixone-me por muitos e muitos amores!

Que o tempo...,
...Com este sol abençoando as recordações,
Seja intenso no brilho das minhas emoções!
Que o tempo...,
...Ouça-me sim e, completamente calado,
Mas, grite por mim, um "eu" muito amado!

Que o tempo...,
...Devore-me em horas e dias, na sua lonjura,
Mas, me livre das dores e dessa triste loucura!
Que o tempo...,
...Conte-te no caminho as minhas histórias,
Versadas em meu livro de tantas memórias!

Que o tempo...,
...Faça-me ser triunfante perante a fria maldade;
Perfume-me com flores do jardim da eternidade!
Que o tempo...,
...Ao céu me liberte, faça-me mensageiro,
Pra voar até Deus, no espírito verdadeiro!

Que o tempo...,
...Com grande pesar, descreva-me lento e lendo,
O meu eco desmanchando-se, quase morrendo!
Que o tempo...,
...No abraço forte me segure, e eu pareça sorrindo,
No mundo que cria e tira a vida, na morte dormindo!

Eduardo Eugênio Batista

@Direitos autorais protegidos por lei
 
DENTRO DO MEU TEMPO - Poesia do meu 1º livro 'Em todos os sentidos"

O FIM DOS AMORES - Soneto inédito do meu 6º livro de poesias (já em andamento).

 
O FIM DOS AMORES - Soneto inédito do meu 6º livro de poesias (já em andamento).
 
De amores, após..., ó vens, desengano!
E o que algures fui, num fado em momentos,
De existências malogras de cada ano,
Não consegui fugir dos sentimentos!

Na busca, aceitar o céu que eu vivia,
E estar na ida, ao meu lado, os anjos rei,
Mas na esperança, eu triste, não os via,
E o que queria a mais, (nada), encontrei!

Quase apagadas as paixões, já mortas,
Eram nuvens de sopros que fugiam...,
Só lembradas no azul dos firmamentos...

A imensidão me finda sem ter portas,
Nos desejos que as juras só mentiam,
De amores mortos por sepultamentos!

Eduardo Eugênio Batista

@Direitos autorais protegidos por lei
 
O FIM DOS AMORES - Soneto inédito do meu 6º livro de poesias (já em andamento).

TER O DOCE GOSTOSO DA TERNURA - Poesia nº2 do meu segundo livro "Internamente exposto"

 
TER O DOCE GOSTOSO DA TERNURA - Poesia nº2 do meu segundo livro "Internamente exposto"
 
Já quando se deita o rei sol - em ouro,
E tu, exalas das minhas carícias puras
Os teus aromas frescos, meu tesouro;
Buscamos o gostoso doce da ternura...!

Ao vermos os pássaros no seu recolher,
Esse nosso anseio, não mais se segura;
Em meus braços a aninhar-se tu mulher,
Recebendo o doce gostoso da ternura...!

Ao vermos as belas estrelas ali surgindo
No luar, que o pudor a nós desestrutura,
Eu, em teu corpo, vou lento interagindo;
Vagando no doce da gostosa ternura...!

Lambendo os teus cheirosos cantinhos,
Magnetizado e sem ter de ti, uma cura,
Dos teus cios, com as taças de vinhos;
Bebemos o gostoso doce da ternura...!

Em nossas silhuetas, de admirável lume,
Gozos explodem desta máxima loucura...
Nossos corpos saltam do mais alto cume,
E o amor voa na doce e gostosa ternura!

Eduardo

Site oficial do livro
https://www.clubedeautores.com.br/book/156854--INTERNAMENTE_EXPOSTO

LINK DA POESIA

http://www.poesias.omelhordaweb.com.b ... ca=INTERNAMENTE%20EXPOSTO
 
TER O DOCE GOSTOSO DA TERNURA - Poesia nº2 do meu segundo livro "Internamente exposto"

O SENHOR SENTIMENTO - Soneto do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

 
O SENHOR SENTIMENTO - Soneto do meu 1º livro "Em todos os sentidos"
 
E sou..., só eu num termo solitário,
Que por salvar-me do tempo, eu não pude,
Em meio a essas travas da atitude,
Em que a cada um cabe este fadário!

E eu..., só sou vencedor indumentado,
Que me é o amor de dentro do peito,
Sem esperar a prova do conceito,
Que a todo ser derrama-se marcado!

E só..., eu sou o alguém a tantas formas,
Ao preço ou não, de portas abertas,
Que se cerram em tal hora e momento!

E sou..., eu só sem ter voz, sequer normas,
De maneiras tão certas ou incertas,
De alma, carne e osso... O senhor sentimento!

Eduardo Eugênio Batista

@Direitos autorais protegidos por lei
 
O SENHOR SENTIMENTO - Soneto do meu 1º livro "Em todos os sentidos"

IDOLATRANDO CAVEIRAS -

 
Aqui na terra eu mais nada vejo, nem vivo,
Mesmo que renascesse na minha escrita,
A cópia de algum morto!
E nem aqui no céu, ainda que tão altivo,
Recompondo-me desta sina não maldita,
Proponho-me conforto!

Digas tu, ó morto poeta! A que tanto fulge
Neste lacrimoso de ti, o meu reencontrar,
Apegado a tua inspiração!
Digamos nós êmulos amigos, a que estruge;
E nos fios de fantoches e pantomima a criar,
Venerarmos tal emoção!

E seria uma desonra tamanha é tão certo,
Que do peito apagasse de sobremaneira;
O teu ler sem estar sumindo!
Tragas tu, esse abantesma pra mais perto,
Para que eu possa da tua poesia herdeira,
Resgatá-la da cova abrindo!

E tenho-te em minhas missivas tão crente,
Quais me abrigam d’um forte destino cruel,
Destes horrores humanos,
Que repasso nos papéis da minha mente,
Suprindo-o do lírico ao amargor do meu fel,
Crucificado nos enganos!

De nós, que se façam as lanças mensageiras,
Para perfurar discórdias entre os devoradores,
Vazá-las em sangue execrável,
Doutrinando-os a idolatrarem nossas caveiras,
Onde a poesia..., é o alimento dos adoradores,
Saída do sepulcro admirável!

Assim, a morte é linda mesmo fria, faz sentido!
Pois, o par a quem reges já lhe espera sudário,
E foi um poeta que te levou;
Pois, a vida não é mais esse espaço refletido,
Transformou-se num livro de asas - imaginário,
Que tua essência sobrevoou!

@direitos autorais protegidos por lei
 
IDOLATRANDO CAVEIRAS -

Setedados777