Poemas, frases e mensagens de luciano

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de luciano

DESPEDIDA

 
TEUS OLHOS FICARAM RASOS
DEITANDO SONHOS NO INFINITO
QUIS ROUBAR-TE A CALMA DESTE INSTANTE
MAS ERA UM SÓ PROFUNDO EM TEU SEMBLANTE
DESAGREGANTE DE SENTIMENTO
PELA FALTA DE UM COMPLEMENTO
NO MOMENTO DA PAIXÃO POR NÃO TER ADAPTAÇÃO
OU FALTA DA ADESÃO DOS TEUS SENTIMENTOS
VIVEMOS OS TORMENTOS EM UM CONFLITO ALUCINANTE
EM CADA MINUTO, A TODO INSTANTE
POR TERMOS FALTA DE AFINIDADES
EM TUDO SEJAM EM CORES, FLORES OU ATÉ MESMO AMORES
POR ISSO TE PEÇO QUANDO FORES,
NÃO, NÃO ME FALES DE DORES
DE UMA RELAÇÃO ONDE SÓ EXISTIRAM DESAMORES...
 
DESPEDIDA

Eu e o luso-poemas

 
Quando vim para o luso-poemas, eu não vou lhes enganar, vim aqui na intenção de um poema encontrar, para dar a minha amada na intenção de conquistar, o carinho da bela moça por quem vim a me apaixonar.

No momento em que entrei comecei a procurar um poema ou poesia para há ela agradar, mais em um erro inocente acabei por cadastrar o meu nome neste site para poder procurar, o mais lindo dos poemas para ela presentear.

Não sabendo eu no entanto o trabalho que ia dar encontrar um lindo poema onde não da para separar a beleza do sorrir da tristeza do chorar, estando eu já encantado com a beleza dos poemas deparei-me eu na hora com o maior dos meus dilemas.

Como escolher uma obra onde só tem a perfeição, nos detalhes de cada texto eu me pus a reparar no sentimento das palavras usadas para poetizar cada frase e cada texto e não pude decifrar como vou escolher um poema se por todos me encantar.

Resolvi fazer diferente e tentar poetizar com a beleza das palavras para a ela encantar, depois de ler muitos textos eu tentei poetizar, mais logo vi que era difícil sem ninguém me ajudar foi quando um dos muitos anjos resolveu me ajudar.

Em pouco tempo eu estava com muitos anjos ao redor
se me perguntar o nome deles eu não posso lhe falar pois já são tantos e tão amigos que não quero arriscar esquecer de algum deles pois iria me magoar esquer um luso-poeta que esteve a me ajudar.

Meus agradecimentos a todos os luso-poetas que tanto me ajudam e me ensinam a poetizar
 
Eu e o luso-poemas

Uma doce sinfonia

 
Doces acordes
Tração em meu tímpano
Uma doce sinfonia
Onde o som da arpa guia
O compasso da orquestra
Ao maestro o que resta
É cadenciar a aplicação do tom
Há e como é bom
Ouvir sempre a sinfonia
Onde o toque evidencia
Que o tom é de Jobim
E quem sabe amanhã
Possa ser o de choupam
Nos acordes de uma vida
Não temos musica definida
Para evidenciar o nosso eu
Na minha este é o meu
E na tua
Quais serão os teus?
 
Uma doce sinfonia

Mãe vida e amor

 
Desde o dia em que fui
Em seu útero fecundado
Senti-me o mais amado
Dos seres vivos desta terra
Pois amor de mãe
Gera paz onde tem guerra
São verdadeiras deusas na terra
Nos mostrando o que é amar
Fiz do seu ventre o meu lar
Na melhor faze da vida
Onde reconheço a recolhida
No carinho de seu olhar
Mãe é algo pra falar
E amares de verdade
Pois desde o ventre
Até a terceira idade
Ela vive a nos cuidar
E como posso eu não falar
De todo amor que tenho por ti
Quando nas noites que chorei
Deste-me o peito e dormi
Em tua voz quando criança
Me ensinaste a sonhar
E depois de já adulto
Com tua voz eu aprendi
Que o teu amor é coisa única
Por isso o meu eu dou pra ti
 
Mãe vida e amor

Natureza ativa

 
Lindo é amanhecer o dia
Ouvindo o canto assoviado
Do cardeal do banhado,
Que como um anjo alado
Rege uma orquestra,
Com seu traje negro de penas
Onde o preto é
Representando o luto pelas centenas
De mortos por mãos humanas nesta terra.
Em seu pescoço o vermelho alaranjado
Trás como lembrança o sangue derramado
Pelos homens e suas guerras.
Parecendo um maestro
Com seu traje enfeitado,
Regendo uma ópera dos Deuses,
Tentando limpar o solo estragado
Pelas mãos de quem por Deus
Foi indicado, a cuidar da natureza
E manter o seu legado
Onde a beleza são os músicos
Harmonizados a natureza
Que consagra a nós humanos
Além da vida a beleza!
 
Natureza ativa

Um bar, um copo e uma canção

 
Um bar, um copo e uma canção
Foram bem mais que o suficiente
Para que eu abrisse meu coração
Contando a minha vida
E chorando as mágoas do passado
Por ter do peito arrancado
A razão do meu viver
Há como queria eu saber
Refazer o meu passado
Corrigindo somente em um ponto da minha vida
O erro que cometi
Pois se eu tivesse você ao lado
Jamais estaria aqui
Entornando em um copo o amor que eu perdi
 
Um bar, um copo e uma canção

MEIAS-PALAVRAS

 
MEIAS-PALAVRAS...
É QUASE TUDO O QUE EU TENHO DE VOCÊ
MEIAS-PALAVRAS
QUASE ME QUERENDO
QUASE ME CONDENANDO
QUASE...

MEIAS-VERDADES...
É QUASE ISSO O QUE VOCÊ ME DIZ
MEIAS-VERDADES
QUASE ME DIZENDO
QUASE SE MOSTRANDO
QUASE...

MEIOS-TOQUES...
É QUASE TUDO O QUE PODEMOS
MEIOS-TOQUES
QUASE SE ENTREGANDO
QUASE ME AMANDO
QUASE...
 
MEIAS-PALAVRAS

Rancor

 
Guardar rancor
Já diziam no passado
É como tomar veneno
Para que o inimigo
Morra envenenado
Mas depois de tantos anos passados
Os rancores ainda são guardados
Como verdadeiras obras de arte
Esperam eles creio eu
Colher parte da vida desperdiçada
Tentando fazer uma caçada
A um alvo que não existe
Há nesta vida como é triste
A burrice do ser humano
Que cultiva essa dor
Pois é isso que é o rancor
Uma dor sem motivo
Que parte de lugar algum
E não leva-nos a lugar nenhum
 
Rancor

Náufrago do amor

 
Hoje navego...
Em meio a um temporal de pensamentos
Seguindo a direção dos ventos do passado
Onde fui de soldado a delegado
Prendendo-me aos desejos teus
Vivendo em teu reino uma vida de rei e plebeu
Em um instante sendo dono de tudo
E em outro capacho de mandos teus
Destruindo a história dos sentimentos
Que antes eram meus
Tiraste de mim os sonhos
E ao chão deixou-me jogado
Quebrando as asas de todos os sentimentos
Que com você eu havia sonhado
E hoje estou assim
Vagando no mar de teus tormentos
Usando a mente como instrumento
Para que eu possa naufragar
E no naufrágio matar
As lembranças do passado
Esquecendo que a teu lado
Um dia se quer cheguei a estar
 
Náufrago do amor

Quando a mascara cair

 
Não adianta a vida tentar burlar
Pois as pessoas por um tempo
Você pode enganar
Mas não podes por muito tempo
Esta farsa sustentar
Porque tu és o que és
E isso nunca poderás negar
as pessoas podem até tentar
E fingir que são o que não são
Mas o tempo vai mostrar
Que ninguém vive de ilusão
E tu vai reparar quando
Tua mascara cair no chão
Vais ver que a quem amavas
Só mostraste ilusão
E o pranto que tu fingias
Ai então sera real então
Pois a vida dá-nos chance
Só nos basta agarrar
Pois se não pegares ela
Acabaras onde estas
 
Quando a mascara cair

O reflexo de minha alma

 
Eu tenho duas praias
Que levo por onde vou
As águas nelas contidas
Sempre brilham ao ti olhar
E quando a tenho perto
Elas tendem a transbordar
Mostrando todo o amor
Que eu tenho para ti dar
Nestas águas
Minha alma é refletida
Mostrando todo o amor
Que eu guardei por muitas vidas
Nelas não existem chegadas
Nem tão pouco tem partidas
Pois recolho a todas elas
As emoções em mim contidas
 
O reflexo de minha alma

Quando eu cansar

 
Quando eu cansar de estar sempre em segundo plano
Não vai adiantar falar: Mais meu amor eu ti amo
Pois podemos agüentar alguma coisa por um tempo
Mais ninguém pode agüentar tudo o tempo todo

E quando esse dia chegar também sei que sofrerei
Mais como convicto estou minha decisão manterei
Já não posso afirmar que isso já esta decidido
Mais se tu continuar o que prometi sera cumprido

Eu não gosto de falar e não cumprir o prometido
Posso até depois chorar mais não de arrependido
E quando me entrego para amar não sei ser dividido
Pois não sei aceitar o meu amor sendo esquecido

E não vai justificar nem chorado nem sorrindo
A dor que tu me causas quando tas ti divertindo
Com mentiras absurdas tentas sempre me enganar
Para fazer uma coisa que eu ti disse é só falar

Já cansei disso tudo eu não vou mais ti falar
Se queres fazer assim que faças não adianta falar
Já perdeu pra mim a graça, isso eu não sei jogar
Vou fazer até pirraça, mais não vou continuar
 
Quando eu cansar

Meu jeito de ser e de amar

 
Eu ti amo...
Disso podes estar certa.
Acho que da minha vida inteira,
é a única coisa que eu disse seria
da qual sei que nunca vou me arrepender de ter dito certa.
Não é meu costume ser serio!
Por isso as vezes brinco, quando não devo brincar.
Porque prefiro manter esse meu lado menino ainda vivo, porque o resto sei que não posso mais ter.
O meu tempo de criança a minha infância e os meus sonhos de menino.
E sei que enquanto eu estiver vendo e fazendo pessoas sorrirem e esquecerem dos amargores e das tristezas que a vida trás com os anos
Vou ser feliz, vou ser alguém e vou ter saúde!
Pois enquanto existir alegria em nossa mente, o nosso corpo não morre por falta de vontade de viver.
Nem tão pouco envelhece por armazenar mais amarguras do que pode suportar
Desculpa pelas palavras mas tenho isso como sendo para mim uma das maiores verdades da vida!

Agradeço a deus por ser assim e a mulher a quem eu tanto amo por manter-me com vontade e alegria de viver; Magda seras sempre a luz que guia meus passos e faz-me transbordar de amor.
 
Meu jeito de ser e de amar

A doce amiga e fonte de inspiração Ghost

 
Vem Ghost, me ensine a poetar
Poetize com palavras
O doce amor que imortaliza
Poetize com a verdade
As histórias da paixão
Poetize com o lápis
Em um papel tua canção
Poetize com palavras
O doce ato de amar
Imortalize em papéis
Todos os sonhos que sonhar
Poetize a verdade
Do amor, do bem querer
Poetize a saudade
Do amor que vai morrer
Poetize com a alma
O seu doce inspirar
Pois das artes que conheces
Tu das show em poetar
 
A doce amiga e fonte de inspiração Ghost

Coroa de espinhos

 
Meu coração
Hoje foi coroado
Pelos espinhos
Do tempo tomado
Ao longo desta jornada
Que nos caminhos desta estrada
Amores colecionou
Mas de todos o que marcou
Foi o ultimo que conquistei
Pois a este entreguei
De corpo e alma minha vida
Foi assim que eu ganhei
A coroa que me faz feridas
Os espinhos me rasgam a carne
E o amor me suga a vida
 
Coroa de espinhos

Homem do campo

 
Como posso eu homem do campo tentar poetizar
Se na beleza das palavras não tenho nenhum conhecimento para mostrar.
Sou mero agricultor que quase nada sei falar, imagine como poeta como vou me habilitar, a falar palavras lindas que não sei nem pronunciar.
Fico triste ao dizer isto mais não tenho como negar sou mis um dos desvalidos que não pode estudar.
Em um pais de tamanha riqueza mais com políticos a roubar, o homem destrói a natureza para poder dela lucrar.
Para pagar tantos impostos que não sei nem como explicar onde vai tanto dinheiro, que o pobre não vê chegar, para alimentar sua família tem as vezes que roubar.
Enquanto no congresso o governo reunia para aumentar o seu salario vota sempre a maioria.
Agora digam meus amigos como vou poetizar se com apenas 9 anos eu parei de estudar.
 
Homem do campo

Duas almas e um amor

 
Duas almas, duas vidas
Dentro de um só coração
Uma paixão que é proibida
Como uma maldição

Almas gémeas que se encontrão
Com tamanha devoção
Entregando-se com carinho,
Amor e dedicação

Sem poder se quer um instante
Seus olhares se cruzar
Nem o toque de seus lábios
Não conseguem completar

Quando estão chegando perto
De seus sonhos realizar
Vem alguém e estraga tudo
Por não querer velos se amar

Não importa o quanto tentem
Este sonho estragar
Não vão faze-lo simplesmente
Por este amor nunca acabar
 
Duas almas e um amor

Lagrimas ao vento

 
Lacrimejantes
São os ventos
Que me sopram a saudade
Que na lembrança dos teus beijos
Corpo e alma me invadem
Mas não quero que acabe
Com os ventos a nostalgia
E a lembrança de um amor
É bom se ter todos os dias
Pois mesmo com os anos passados
Os bons momentos são guardados
Para revive-los outro dia
 
Lagrimas ao vento

AMOR

 
SIM, EU QUERO MAIS!
Convivência, paciência E AMOR
EM NOSSA EXISTÊNCIA...
POIS NADA MELHOR QUE O AMOR
PARA UNIR A NOSSA ESSÊNCIA.
MESMO SE TRATANDO DE AMOR
QUANDO ENTRA EM DECADÊNCIA
PELA FALTA DE CARINHO
PODE PERDER A ESSÊNCIA
DA ALEGRIA E DO CARINHO
QUE NOS ERA EVIDÊNCIA
DE UM AMOR TÃO PURO E SIMPLES
QUE EM NÓS FEZ REBROTAR
UM SENTIMENTO DE CRIANÇA
QUE COMO ANJO SABE AMAR
NA PUREZA DOS CARINHOS
E O SENTIMENTO NO OLHAR
SEM A MALDADE DE UM ADULTO
QUE COM TUDO QUER JOGAR
 
AMOR

Casa de barro

 
Na velha casa de barro
Onde nasci e fui criado
A palha do telhado
Por muitos anos me cobriu
No calor ou no frio
A casa me agasalhava
Pois calor e frio não passava
Em sua parede de barro
Já na palha do telhado
Em dia que chovia
O barulho dos primeiros
Pingos que caiam
Era um som bem diferente
Com um barulho estridente
Até a palha encharcar
Mas quando volto faz lembrar
O tempo em que aqui morei
E hoje olhando ela
Só vejo uma velha tapera
Onde um dia era
O pais que eu sonhei
Do pais a casa era o castelo
E do castelo eu era o rei
 
Casa de barro

Luciano Ebeling Fonseca