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Poemas : 

Extremidades

 
Almas eqüidistantes vestem a nostalgia
Extremos sentidos respiram distantes
ao porque da razão ausente na forma
à teoria do instante escuro da poesia.
Versos sucumbem pela melodia do vazio
no interior do silêncio profundo do dito
Cores de uma arte em criação e sintonia.
pelas entrelinhas que o grito é pura rebeldia
Fui poeta, fui eu, fui tudo que lhe sorria
acendi a chama, anulei o frio, trouxe à luz
as manhãs dos dias que a alma nos refletia
em essência e cor que a imagem nos seduzia


Murilo Celani Servo

 
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murilocs
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Enviado por Tópico
Jovina
Publicado: 03/11/2014 13:29  Atualizado: 03/11/2014 13:29
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Usuário desde: 23/09/2012
Localidade: Salvador
Mensagens: 538
 Re: Extremidades
Um poema muito bem escrito sobre
o fazer poético e o que é possível
intermediar com a poesia.
Parabéns
Jovina