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Contos : 

As mil cores de amor

 


O ar é enalado com mais frequencia.
Conjunto de sutiã e cueca no tom de carmesim e preto.
Como resistir?
O amor é complexo e tem medo de se apaixonar.
Mas confia nela e quando a vê no seu quarto toda a dúvida se vai.
Ele dá um passo em frente e parece que tudo sem ela não tinha cor.
Então ela entende a obsorção de todos os fracassos e com o dedo esticado pálido e com as unhas pintadas de vermelho chama-o, encolhe e estica o dedo.
Mas fica imobilizado ela trazanda a sensualidade.
Não pode deixar escapar, já a fez suspirar uma vez, apesar de também já ter falhado.
Um passo mais á frente e todo o seu sangue ferve...
Não pode ter medo o resto da vida..
O tempo todo tem que acreditar que tudo funcionará bem.
Neles tudo continuava igual, não há razões para não acontecer.
Um passo mais perto e ela mostra o umbigo da barriga dela de boneca ao deitar-se.
Um passo mais perto e ela já toca com as pontas dos dedos dos pés nas pernas do mesmo.
Ela transforma-o em submisso sempre que o quer encontrar ele está sem atrasos para a servir.
O calor perto dela é intenso e insuportável.
O aroma das velas aromáticas acordam-no e beija os pés dela revestidos apenas por umas meias de rede.
É díficil dizer não.
Até chega a sonhar com toda a tonalidade do corpo feminino.
Engraçado, nada muda nesta cama a mão dela aperta firme os cabelos da cabeça do rapaz para o dirigir.
Longe do romance mas perto da satisfação.
Quer lhe dar tudo o que não conseguiu na última vez.
Eleva o rosto dele e olha-o nos olhos. Os olhos marrom estão incendiádos.
- Vamos para o parque de diversões. - Sorri.
Esfrega os lábios por de baixo de um tecido fino quase transparente no rosto dele. Sente a textura das meias aos quadrados.
É óbvio que o desejo é mútuo.
Se alguém estivesse a ver também quereria participar.
A única verdade é que o ímen os aproxima a cada momento.
Também entendeu que o conjunto é novo espera ser o primeiro a cheira-lo.
Tão díficil recolher as mãos e não lhe tocar. Sofrer em desejo e não satisfaze-lo logo.
Ela eleva de novo o rosto dele e mostra - lhe um chicote novo. O cheiro do couro indicava-o.
Sempre o aceitou porque sabia que nunca o magoaria.
- Roupa fora. - Os lábios encarnados movem-se e logo ele obedece.
Mais um passo próximo e é beijado nos joelhos com subidas. O que o inquietava eram as fivelas do chicote balançando sobre a pele dele.
Provocadora ela coloca 4 dos 5 dedos dele na boca.
Envolve-os com a língua áspera e úmida. Suga-os em seguida e sem forma de se controlar o seu corpo torna-se trémulo.
Mesmo a conhecer os desejos dela, ainda fica nervoso.
Entra em estado de brasa ao sentir a boca dela nos seus dedos.
O momento soft e doce torna-se em chamas quando ela agarra na mola e a aperta.
Ele trinca o lábio inferior e fecha os olhos.
Talvez seja errado talvez as regras dela não permitem mas ele desejava que lhe tocasse.
E se as pessoas vissem também queriam sentir a firmeza desta mão feminina.
A outra mão agarra a pele sensível escondida.
Ambas puxam no pra baixo enquanto os dedos dele ainda são sugados.
Mas deixa-o imóvel com os dedos cheios de salíva e larga o pénis e os testículos com firmeza.
Eleva uma perna para ele segurar e despe a meia, eleva a outra e despe. - Comtinua a segura-la.
Consegue avistar os atos da mulher, com um dedo passear em si e quando se sente úmida e com o sangue a ferver cria uma melodia.
O homem começa a beijar o pé dela de novo para não se concentrar no atrevimento dela mas era impossível. A cada momento crescia.
Conforme subia a beijar a perna a tesão existente russava na outra perna.
E assim que chega á cintura lambuza as virilhas enquanto o cheiro do prazer dela o inundava.
Já quase sem forças e trémula puxa-o para si e ele lambe todo o seu prazer propositando mais.
- Enche-me com força.
De joelhos ele debruça-se sobre o corpo feminino e completa o seu ser.
Retira as restantes forças e no fim beija o úmbigo e sobe mas ela para-o. Tem mais idéias para ele.
Sabe o quanto se esforçou e dá valor ao seu desempenho.
Quando o folêgo é recompensado ela manda o homem deitar-se.
Passa as fivelas de couro no corpo dele.
Mãos para cima e não as pode mexer, pés presos na cama e os olhos vendados.
Champagne gelado cai sobre o tronco dele e em seguida pressiona a pele dele com os lábios causando fricção.
E termina por massagea-lo e suga-lo até não haver mais o que chupar.


LiliSilva

 
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Lilysilva
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