| Enviado por | Tópico |
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| pleonasmo | Publicado: 21/06/2020 14:21 Atualizado: 21/06/2020 14:21 |
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Muito Participativo
Usuário desde: 24/10/2019
Localidade: Khabarovsk
Mensagens: 91
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Gostei da intensidade e cadência do poema.
Bem escrito |
| Enviado por | Tópico |
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| Rogério Beça | Publicado: 22/06/2020 05:42 Atualizado: 27/06/2020 05:34 |
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Colaborador
Usuário desde: 06/11/2007
Localidade:
Mensagens: 1913
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"...Pequenas coisas..." e coisas pequenas não são o mesmo. Podemos duvidar do que é ou não insignificante.
Ora o "...sol escondido nas dúvidas..." deve dar uma sombra enorme. Logo a dúvida um bichinho tão interessante. Há dois tipos, que interessem: A dúvida que questiona, e é motor. E a dúvida que nos deixa hesitantes, sem saber fazer um simples escolha. A gostar, gosto mais (e unicamente) da primeira. Essas também escrevo. Ou fazem-me escrever, como motor que são. Na segunda estrofe o lusco-fusco é uma boa imagem para dúvida, sendo uma tremenda metáfora. Nem luz, nem sombra, é um efeito de luz duvidoso. Soprar escritos dessa maneira, ainda deve tirar um bocado o fôlego. "...em círculo que me faz sentir bem..." o circular tem esse poder de acalmar, de pacificar. Não é à toa que o pensar a andar a nível de imagem universal, é andar em círculos e fazer um carreiro até... O último verso é uma declaração de personalidade fortíssima. O sujeito poético tem, sem dúvida (lá está ela), o seu destino nas suas próprias mãos, até o de optar pela ignorância. Parece-me é sol de pouca dura. Abraço irmã\o |
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