Chegou a noite, meu doce amor, há peixes dançando por dentro das estrelas; há anjos nadando no fundo dos mares; há pássaros correndo nas estradas de terra vermelha e amantes flutuando no espaço. é este o milagre da vida: o poema que o Universo escreve em todas as eras. e tu e eu com olhos de crianças que nasceram agora apenas nos limitamos a contemplar o girar da saia do mundo num beijo donde salta sublime uma lua que se despiu para que Deus lhe devolva o paraíso...
O Deus que habita minh'alma, Vem da aurora dourada Com seus raios vivificadores Que renovam as Esperanças e a Fé Para um novo dia...
Vem dos lírios dos campos e Dos jardins floridos... Vem do crepúsculo do Sol com Seu espetáculo de cores douradas No horizonte...
Vem da noite enluarada Com suas estrelas brilhantes, Reluzentes, estrelas cadentes E sua Lua encantada...
O Deus que habita minh'alma, Vem do divino orvalho Da madrugada Com suas gotículas prateadas Caindo sobre as flores delicadas...
Vem do lindo azul do mar, De toda à natureza, Das matas verdes e igarapés, Cachoeiras e do lindo Canto dos passarinhos Como o canto do rouxinol e Do bem-te-vi... Vem dos Salmos de Davi....
O Deus que habita minh'alma É o Deus do Amor, da mística rubra flor, Do peregrino e trepidante beija-flor, Dos nobres sentimentos E enlevados pensamentos...
Vem da chuva que faz brotar... Vem do místico arco-íris Com suas cores sutis... Vem da melodia Da inspirada poesia...
Enfim, o Deus que habita em mim É o mesmo que está em toda parte, Em tudo e em todos, No meu e no teu coração, Somos filhos da mesma criação, Do mesmo Pai Criador, Portanto, somos todos Irmãos, Filhos do Amor!
Fiz uma infinidade de algodão doce E atirei-o para o céu para ficares doce, Voei até lá e fiz um coração gigante, Nem entendeste que fui eu, mas ficaste radiante.
Este poema quero rimar a olhar para ti, Sem tirar os olhos de ti; Apreciando, o teu incómodo pestanejar E dizer-te tanto com um olhar.
Vamos ter uma linda conversa, jogar um jogo para ver quem diz menos até a alma ficar imersa.
Quero ficar assim cega de amores, Para nunca curar todas as minhas dores. Secreta olhando-te, eternamente Moldando o coração com a mente.
O coração que moldei era uma imensidão, Que as mariposas ficaram alienadas de emoção; Ficou próximo do exemplar, o que revelei por momentos, Mas voltaram os pesadelos obscurecidos, Para despedaça–lo num só acordar.
Era um processo sui generis, sem qualquer explicação plausível: Cada vez que ela o acusava de algo que ele não tinha feito, sumia-lhe uma palavra do seu léxico pessoal. Essa palavra perdida, por mais que ele tentasse resgatá-la por dias a fio, jamais ressoaria novamente em sua boca. Isso parecia a ele uma espécie terrível de feitiço maldito... De fato, um efeito devastador para aquele homem calmo e silencioso que possuía uma imensa paciência para compreender a sua mulher, de índole visivelmente histérica. Esse terrível dano colateral ele teve que assumir e suportar em segredo, afinal, tinha lá as suas vergonhas e orgulhos. De início, ela pouco se apercebeu do que estava ocorrendo. Estava muito mais preocupada em vomitar nele seus recalques que, não eram poucos. E ele sempre dava um jeito de substituir as palavras apagadas da sua mente por sinônimos delas, enfim, dava os pulinhos dele para que ela não percebesse, para que pudessem seguir a vida da forma o mais normal possível. Porém, eram tantas e tantas as vezes em que acorriam as acusações que seu vocabulário foi se extinguindo, drasticamente, inexoravelmente... Em uns poucos anos ele, homem de cultura razoável, passou apenas a balbuciar frases entrecortadas. Mas graças ao seu esforço e capacidade de síntese, ainda se fazia por entender. Porém, ainda, e cada vez mais rapidamente, foi perdendo completamente a capacidade de formar qualquer sentido às frases, tal a carência de significado que elas aparentavam a quem ouvia. Mas era em casa onde ocorria o pior: quanto menos se fazia entender, mais sua mulher o acusava e o espezinhava por ele não conseguir nem mais se dar ao "trabalho de se defender", como ela alegava. Era tal fosse um réu confesso para ela. O problema finalmente escancarou-se aos amigos, à família. Tornou-se nítido para todos. Ninguém entendia o porquê dele não dar um basta àquele relacionamento doentio que estava dizimando a sua capacidade de agir como um ser humano que raciocina... Porém, o certo é que tudo foi se sucedendo de forma natural para que culminasse naquele dia fatídico: uma última acusação injusta dela. Pronto. Sumiu-lhe completamente da língua, da mente, dos olhos, o significado e até os sons dos fonemas da última palavra que ainda faltava para ele perder: a palavra amor - e essa foi a primeira vez em todos aqueles anos de convivência juntos que ela percebeu que ele estava mudo.
O mundo é mais belo pela madrugada Quando os pássaros já voam e o Homem ainda sonha Quando o Sol arrependido devolve ao mundo a sua cor Mas é breve o instante Ao longe o caos vai trepidando Seus passos, lentos, se apressando Sem pressas, louco, atropelando Com tempo, pouco, reclamando Às portas da demora: Está na hora... Está na hora... Está na...
E eu vou, já vou, só mais um pouco
O teu cheiro travestido é travesseiro Onde encosto o meu rosto entorpecido Onde me entrego à lembrança por inteiro E pelos campos da lembrança vou perdido
E perdido te acho Toco-te ao de leve a face Fito os lábios vincados num sorriso E me curvo em ti Não me soltes deste abraço Não me deixes só Não me deixes nesta hora Pois eu sei que está na hora E tu bem sabes, está na hora Que é só esta, está na hora A nossa hora, está na hora Agora, está na hora Agora, está na hora Agora, está na hora Ago...
Uma arvore não deixa de ser poesia no outono depois de tantas folhas escritas na primavera …
Falseei o tempo que fazia nos meus olhos Mas não o sentimento… Entornado… Quando chegavas, Embelezando as palavras Feito sol nas madrugadas… Feito arco na íris No silêncio nublado Das lágrimas …
Acabei por abandonar a fé de um abraço, Mas não o coração entrelaçado de saudade Que sangra a esperança de voltar A ser amor Nos rodapés dos teus lábios … Na curva cega dos teus ombros… No espaços entre abertos do teu dorso… No colo uterino do teu gosto …
Sei que tornei-me lago infértil debaixo do teu barco, quando prometi ser maré...ondulando o azul mais raro… na busca intacta do teu âmago, soprado em cada gesto gentil de afecto…
Hoje… depois do volume doce das promessas expiradas, do açúcar emagrecido na ilusão, sobrou um coração inquieto que te ama, agora que voltaste a ser sonho soberano ….
Não te sintas pequenino, Se as luzes da ribalta em teus pés não tocarem, Sente-te feliz como um menino, Diverte-te escrevendo, vivendo e rindo, Pois só os cegos, não verão em ti, fascínio!
Não decaias por entre gigantes, Que nada têm para te ensinar, Vê-os apenas como os elefantes, Que há muito cá andam e têm experiência para dar, Que podem ajudar e momentos partilhar…
Não condenes os vencedores, Por terem a fama conseguido, Apenas chamaram mais atenções dos leitores, Desta vida, deste livro, Que por eles foi bem merecido!
Não desistas de tentar, De batalhar por um momento, Em que possas chorar, rir e contemplar, Pois de nada serve o sentimento, Senão for para o mostrar!
Cospe o que sentes, mas deixa para que outro possa pensar e interpretar…
Read more: http://ghostofpoetry.blogspot.com
________________________________________________ Dedico a todos os leitores e escritores do Luso-Poemas... Desde os mais lidos aos menos lidos (Sem disitnção).
Imagem: Google https://www.flickr.com/photos/98411402@N03/favorites/page3
...
O grito do SIlêncio no silencio É como os sons dos diamantes Cortam no vácuo a anos luz do tempo e espaço assim... é a Verdade que se faz Justiça e... Liberdade.
Paro
...
Penso
...
Na introspecção paro o meu pensamento E ouço o grito do silêncio interior O grito no SIlenciar da mente sã, Entoando o som vocálico da vida No inefável incensário Caderno meu de fogo vivo Que flameja no espelho Refletindo o melhor do meu ser.
...
Num papel dourado Da paisagem escalvada Donde o negro dos olhos veem a cor Da agitação das partículas de ar Nos cumes do monte-Roraima Monumento que em meu devaneiar Faz movimento em meu olhar.
...
O que produz o mais puro prazer O descanso para a minha loucura Nas cidades perdidas no tempo Que rasgando o SIlencio A Verdade e a Justiça prevalecerá.
...
No que esta escrito no coração Por não haver papel para escrever Fica somente o que é essencial Pois, a humildade é coisa de louco Quando achamos que temos... Já a perdemos... Numa estranha vontade de tê-la. ...
Na tela d'alma pintada Com a tinta eterna Onde nada e nem ninguém Pode apagar as lembranças Do amor vivificado no espírito Gravada na memória das vidas Após vidas.
...
No SIlenciar em mim
...
De mim
...
Para mim
...
No voltar a reencarnar No fogo vivo da vida Do que eu acredito.
Preciso juntar Seu destino ao meu Pelos refúgios Da minha estrada perdida
(Um caminho, No seu, Me achará...)
Dispense O que irá me dizer
Suspenda O qualquer improviso
Apenas sossegue, Chegue e Me enlace...
(Nem disfarce O choro, o sorriso...)
Não. Não usemos A palavra amor
Não. Não violentemos O silêncio das frases
Só serão As brisas indeléveis, Suaves do momento Amordaçando o barulho do tempo, Audazes...
Seremos poeira apenas... Grãos ao relento Suspensos Ao nosso próprio Vento
(Anverso De versos Sem versos...)
Esgotaremos As dores das almas Nos linhos suados E brancos Sob nossos corpos Desdobrados, Embolados Sobre a trama Crua e reta Do ranger dos estrados...
O resto É apenas o dejeto D’um passado Divagações d'um amanhã Que o miolo equilibrado Do universo Sacode e Explode...
A Copa do Mundo É um universo de emoções... É a junção de um sonho, Paixão e amor pela pátria amada; Que é enaltecida através do futebol. Esse conjunto que reúne nações... Faz-se diferenciado de todas as modalidades Esportivas dentre outros mundiais... A nacionalidade, o amor de um povo por sua pátria é imensurável. Aonde o sangue corre em suas veias. Essa corrente de força unida fala alto aos corações, Pois existe o amor de almas, mesmo que sejamos Contra os desatinos de seus governantes... Pausamos para então:apreciarmos um grande espetáculo De raça, garra, luta e determinação. Até mesmo de cenas que nos parecem Quase impossíveis quase milagres... Num arranque de força e limitação humana acontece o gol Tão esperado para se fazer ecoar o grito preso na garganta. Dessa forma a Copa torna-se o maior espetáculo do mundo; Aonde os jogadores reinam como gladiadores diante de uma arena eufórica. São craques numa harmonia tal qual uma orquestra cheios de maestria... Pés dourados valsam: através de toques sutis dribles perfeitos... Acompanhados de um coral em seu esplendor... (Sua torcida)! Aos nossos olhos algo bonito de se ver, tão fantástico que ficamos estáticos Boquiabertos, olhos arregalados, o coração... Tum,tum... Fascinados pelos feitos Da bravura dos atletas que, nessa hora torna-se ilimitado em suas habilidades... Entretanto são os mesmo pés que fazem as lágrimas rolarem sejam de alegrias e /ou tristezas entre perdedores e vencedores! COPA DO MUNDO SHOW DE EMOÇÕES!
Preciso tanto descansar... deitar-me a repousar sobre a terra ... abraçar o céu beijar o mar aí ... só para eu ter a certeza que a lua que dança nesta cidade de cais embriagados pelas pontes é a mesma que se noivou com o Sol aí nesse tão longe que é o mais perto deste mim a repousar... o meu destino... agora!
Abre tuas mãos, meu amor, solene coração de seda, e... sente ... o tombar ... da coluna marcial a fechar... o círculo mudez do meu gritar combate! ah, se houvesse força para lutar ... mas aos milhares... os velhinhos e as crianças dobram os joelhos erguem aos céus os seus olhares e ... oram ... escuta-se ao longe o cheiro do fumo ... um cavaleiro rodopia no campo de batalha ainda vocifera: - vencemos! - coitado, não enxerga que é dono dum deserto... baixinho, quase inaudível, o murmúrio uníssono do hino abraça a cruz de Deus rogando por piedade ... e... todos se foram ... Cristo ? Quem sabe quando e se Ele voltará...
Entretranto, minha querida, arranco do meu peito o medalhão que te ama abre as tua mãos , meu amor, e vê como brilha o ouro desta minha invisível oferenda ... sou teu hoje e para sempre ainda escuto os metais inventados para serem donos da carne que dilaceram já se ergue a bandeira dos que venceram os derrotados... não morreram beijaram o sagrado abraçados ao chão descansam... ao meu lado ...
Fragil se faz o sentir numa juventude passada entre música, pista, escola, praia e os teus braços uma pena, uma lágrima, um sorriso, e um riso aberto dançado afortunado
Depositados ternamente em minhas mãos os beijos haveriam de fluir devagarinho que teus lábios não são beijoqueiros e meus lábios vivem sedentos de ti
Absurdo o amor ausente me instigava a sentir-me culpada como uma parva e no momento em que outra idade exigente tudo definia e se declarava
Quão graciosa a mão afaga a face num sorriso feliz e franco e no olhar o brilho desse sorriso haveria de revelar todo o amor
A esconder-se cobarde por trás dos lábios e que se perdia nos beijos prometidos, uns quantos na face outros nos lábios doces, suaves, assim tão apaixonados
Mas, desse amor, importava saber o quanto, o quando e o como, pois que por certo, imponente o amor comanda a vida de quem ama
Maria Praia da Torre, 09 Julho 2016
Música " Temple of Love " dos Enigma, acessível atravês do Youtube.
Hoje só quero teu beijo devagar Terno, pacientemente no sossego de íntimos lábios Num tempo criado por nós... Apenas assistido por quietas paredes Mergulhadas na cumplicidade de uma parca luz
Quero o carinho da tua mão na minha, O suave entrelaçar dos teus dedos aos meus Sentir o pulsar do teu coração no meu peito Num abraço demorado, Feito eterno neste momento... Hoje te quero mais um pouco que outros dias, Num desejo apressado, mas num encontro preguiçoso Sem demoras em te sentir, em te amar...
Quero junto a ti respirar fragrâncias Que emanam do fim das madrugadas O cheiro matinal dos verdes quintais Que sentimos no abrir das janelas... Assistir no laço de um abraço os primeiros raios de sol Que atravessam as gotas de orvalho quais diamantes Apreciar as últimas flores de verão Perderem suas efêmeras pétalas num vento displicente Anunciando assim as tristes folhas de outono
Quero o adormecer de criança No teu peito abrigo Ouvir tuas histórias, em sorrisos... Em sussurros... Ou colher tuas lágrimas da emoção incontida Quero procrastinar contigo, porque já corremos tanto...
Desejo descansar no teu sono, Sorver tua paz mesmo no barulho da tempestade Fazer acontecer o que os sonhos antigos guardavam Calar pra ouvir teus olhos falarem aos meus. Atravessando minhas retinas, invadindo minha alma... Hoje quero todos os amanhãs ao teu lado E não mais um minuto sequer...
Me deixa contar-te um segredo Um segredo que me mudou Me deixa livrar-me do medo Deste medo que me calou Me deixa mostrar-te o que sinto O que sinto faz muito tempo Me deixa roubar-te um sorriso Me deixa contar-te um segredo
Eu te amo e para sempre Para sempre te amarei E mesmo sem te ter ao meu lado Ao teu lado eu sempre estarei Porque eu te amo e para sempre Para sempre te amarei E mesmo sem te ter ao meu lado Ao teu lado eu sempre estarei
Me deixa olhar-te nos olhos E lembrar-me do que senti Me deixa perder-me no tempo Perder-me a olhar para ti Me deixa lembrar o momento O momento em que me vi Do lado de dentro dos teus olhos Abraçado a ti
Eu te amo e para sempre Para sempre te amarei E mesmo sem te ter ao meu lado Ao teu lado eu sempre estarei Porque eu te amo e para sempre Para sempre te amarei E quero que saibas, que sintas que eu nunca Nunca te abandonarei E mesmo que fujas, te escondas, que morras eu sei Eu sei que te encontrarei Porque eu te amo e para sempre Para sempre te amarei
Versão reeditada de "Segredo" . Por favor clique no play para escutar a música.
Vem, beije-me, Meu amado... Com beijos ardentes. Toque-me, meu amado, Com toques suaves... Pois sou como uma Flor de lis, delicada. Sinta o meu frescor, Um cheiro de aroma suave Deleite-se no meu corpo, Que como uma chama Ardente te espera. Vem, toca-me, vem... Por entre os campos, Entre as flores Os pássaros saúdam O nosso amor. Mas toque-me Com maciez!
Ahhh o amor... Violentamente manso Chega e ocupa todos os cantos Difícil crer que amar fosse isso A emoção absurda, faminta, escancarada... E então vem a invasão de um desassossego bom
Amor... Arrasando o óbvio, o costumeiro, Amolecendo o juízo... O amor vem em curvas, displicente até Sim, o amor vem rodeando, peçonhento Nada certo ou calculado, ou mesmo planejado. E quando menos se espera: vem o bote!
Domina devagar, cresce qual erva adubada Que nem trepadeira em arames E vem, chega posseiro, cheio de bagagens, Porque nunca é breve, O amor ou fica e te enche o mundo de purpurina Ou faz um estrago que anos não se repara.
Descompassando literalmente o coração, Com seus arranhões, ou cócegas, te faz um bem enorme ou fere sem dó. Mistura de conforto e tormenta ao mesmo tempo Aquece com uma paz que inquieta a alma Capaz de mudar o rumo, quem se é, até quem se foi...
Faz brotar pelos olhos o sentir delicado, a entrega de si Quando chega no peito, instala-se um nó ou um laço... Não sei...
No efeito inebriante, Brinca com os pensamentos E refaz as cenas da memória dezenas de vezes, construindo sonhos... O amor te faz mais apurado, intensifica o observar, Mas também te desconecta do mundo
O sábio age como tolo, e os tolos sempre amam... E tudo fica mais poesia, sons, cores... sabores, sorrisos, gestos, estações... Prioriza tudo que se sente, Revira do avesso e dobra os espaços...
Amor.... Que loucura!!!!! Não há Darwin que teorize ou encontre o elo da sua evolução. Inexplicável, indecifrável, indestrutível... ... coisa de Deus!
O amor encontrou-me algures e chamou-me logo de meu amor murmurando obstinado que era p`ra toda a eternidade
Como se eu fosse mar ele me beija na mansidão do sol Como se eu fosse a lua ele me incendeia como um cometa Como se fosse o horizonte ele me oferece o mar no meu olhar Como se eu fosse pássaro ele me acaricia na brisa esvoaçante Como se eu fosse flor ele me rega com a ternura de sentir Quando eu grito no silencio da saudade ele me acalma e me embriaga na doce loucura de ser Como sou paixão ele me alimenta de sonhos, de quereres e nas noites frias, ele me dá o fogo dos sonhos alados rasgando o céu no infinito desejado
Veja vocês quanta Alegria neste enlace! Notem o riso em cada face: Ela... (Karen), Ele... (Paulo), Em rumo certo... Unem-se de coração aberto, Um só pensamento, O mesmo sentimento Entre seus sonhos: Ser eternos namorados! Tornarem-se um só. Ah! Como é bom amar E saber que é amado!... Tudo acertado e, mais um Casal que Deus escreveu Sua história... Para ficar na memória. E hoje, corações arfantes Na maior euforia... Plena paz e harmonia Um sonho se concretiza, Como é sublime o amar! Ele o beija-flor! Ela o girassol! A eterna primavera, Em cada por do sol...