Sinto-me deveras cansado E já nem o sono me vem visitar Não imagino onde estará acomodado Mas já não lhe proporcionou bem-estar
E perco-me na cama desesperado Porque de manhã deveria ir trabalhar E corro de lado para lado Penso que estou a alucinar
E observo o vidro embaciado Do meu sofucante respirar Até ele parece saturado
Que até o sinto falar E inocentemente respondi-lhe que não encontro o pecado Ao qual tudo me acaba por renunciar!!!
28/09/2010
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