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Poemas, frases e mensagens de ZESILVEIRADOBRASIL

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de ZESILVEIRADOBRASIL

"O escritor com sua obra tanto pode ascender num salto, como de degrau em degrau. As duas formas concedem a ele o mesmo prazer, mor. O de ter escrito".

AR-180415

 
observava a rota do colibri
atraído pelo encantamento,
voava confiante, mas,
estancou cintilante no ar
ante a pequenina flor...
desencantou-se ao travo
sabor daquela inflorescência,
apesar de atraente em cor...
optou arremeter-se, não voltou...
dest'arte, prevalece, penso;
de o mel que adoça a boca
sem nada impor, se amargor
ao se provar, opte ir sem
retornar se desilusão for...
'beija-flor'
 
AR-180415

MINHA BELLA (Letra/Vídeo)

 
 
Título: MINHA BELLA
MPB - Canção
Autor: Letra/Melodia//Voz/Violão - ZéSilveira
https://www.youtube.com/watch?v=DjMwIeUumbE

Bella...
Flor, singela!...
Vejo, teu lindo sorriso,
Através, da janela...

Nisso, me bate a saudade
De um tempo, ainda criança
Que, nenhum tempo do mundo
Me apagará, da lembrança...
La, laia, laia...Bela...

E, a emoção que ecoa
Das cordas, do meu violão...
Vibre, com toda alegria
No teu coração
La, laia, lai...Bella...

*Compus para minha primeira neta, Bella*
 
MINHA BELLA (Letra/Vídeo)

IDIOSSINCRASIA POR VOCÊ

 
Hoje acordei
ainda com o brilho dos teus olhos em mim,
com tua saliva ainda quente misturada a minha.
Misto de etílicos e gozos que regaram nossa ceia,
da mesa ao chão, e na cadeira da escrivaninha.

Hoje eu acordei
anormal. O sol intenso beijando a minha cara,
igual o calor das tuas coxas entre as minhas.
Misto de movimentos desvairados e volúpias,
ultrapassando tudo o que dita o Kama Sutra.

Hoje eu acordei
com seu perfume impregnado no meu corpo, queima,
mesmo após a sauna, mesmo após o banho.
Misto de embriaguez, e ardido nos arranhos,
resquícios do que amamos, e ganhos, e ganhos.

Hoje eu acordei
com o sorriso que roubei dos lindos lábios teus,
e do breakfast, com sabor da tua boca que beijei;
misto de delírios, desejos, e que de você eu trouxe.
Estou em ebulição, só relâmpagos e arpejos.

Hoje eu acordei... Feliz!
Levantei-me
com você em pensamento;
Próprio de mim...
 
IDIOSSINCRASIA POR VOCÊ

AR-190513

 
Testemunhei.
Ante a eminente
morte, que ronda,
não mais ameaça;
promessa velada.
Vi-a noutra face,
transfigurou-se;
mortalha andante
vestindo negro e
falsos adornos...
Morrerei,
sem temor.
Tu sujarás
tuas mãos do
meu sangue;
mas deixarei
rastros indeléveis
contra a impunidade
nas mãos de Deus, e
dos homens.
'prevenção'
 
AR-190513

HUMANO - Homenagem ao amigo e parceiro musical FREDERICO SALVO

 
HUMANO - Homenagem ao amigo e parceiro musical FREDERICO SALVO
 
 
Samba bossa extraído do Poema com mesmo título. Homenagem ao autor, amigo, e parceiro musical FREDERICO SALVO

Letra: Frederico Salvo
Melodia/Voz: zesilveiradobrasil
Violão: Jobab Silva

O mar... ah o mar...
mesmo após a tormenta ainda se agita.
Em mim...
não há só
essa água que corre tranquila,
Nem é...
só essa brisa que calma sibila.
A boca que cala
é a mesma que grita.
A boca que cala
é a mesma que grita.

Se fui tanto esse rio que deságua sereno,
Também...
[fui a língua na boca]
da fala aflita,
Que fere...
e inocula o exato veneno.
A dor lancinante,
a palavra maldita.
A dor lancinante,
a palavra maldita.

Que saldo tens de mim
tu que me sabes?
Em ti, sou mais que a dor
que te magoa?
Sou mais que o vento
que essa água agita?
Sou mais que o vento
que essa água agita?

Porque...

Ninguém é só flores; ninguém é só males;
Ninguém só certeza; ninguém só engano;
Pois ser inconstante
é também ser humano.

Pois ser inconstante
é também ser humano...

o mar....
 
HUMANO - Homenagem ao amigo e parceiro musical FREDERICO SALVO

SÃO ÁGUAS APENAS...

 
.
.
.
o ‘olho d'água’ cessara, mas,
ainda chovia feito escumilha
em rajadas frias e constantes.
gotas imaculadas enxaguavam
os musgos das telhas de mão,
escorriam pouco ruidosas
pelas velhas calhas acobreadas,
caindo em golfadas, espalhando-se
sonolentas pela alameda e jardins
do antigo casario hospedagem.
deixei o olhar no correr das águas...
aprendera, analgésico natural
pra enganar a dor previsível,
manifestada, pelos espasmos
ao assistir de longe uns restos
de palavras sujas soltas no ar,
valorada talvez aos que as usavam...
absorto, tenso, rabiscara no papel
algumas letras sem nexo, dispersas;
era o mesmo que num papel vazio,
desgraçadamente desvalorizado...
veio-me então uma sensação
estranha, de sentir as mãos sujas,
demoníacas, deformando versos...
e num vórtice sem fim vi a poesia
sendo arrastada, tragada,
violentada bem ao lado de mim...
saio da escrivaninha atormentado;
circunspecto, triste semblante.
debruço-me meio corpo pra fora
do parapeito da janela, quase em
pêndulo, e ainda deu para eu ver
beirando a linha das telhas úmidas
a lua esconder–se envergonhada;
as estrelas, opacas, dependuradas
no final da linha do varal do céu...
o poema, cabisbaixo me acompanhara
e ao meu lado, próximo à janela; chorava...
 
SÃO ÁGUAS APENAS...

CANTO SOLITÁRIO

 
Entre o brilho das bordas
dos castelos prateados,
onde brancas nuvens dançam
pousadas nas negras
pedras da montanha
de sopé com cerração.

Meus olhos viram.

Raios fantasmagóricos
rasgando o céu,
rompendo em esplendores
dourados de sol inda
morno e sonolento...

`hoje choveu de manhã`

A mata alta ainda dormitava,
havia o verde na penumbra.
Iniciado o chilrear da passarada,
destaque o canto do bem-te-vi.

Sempre ele, o bem-te-vi.

Bem-te-vi... Bem-te-vi...

E o sol deslizou manhoso.

Na mata breu, o verde nasceu,
verde molhado porque choveu.
Choveu, molhou, inda assim coloriu.
Coloriu depois que amanheceu.

Sorriso de pouco tempo...então;

O sol cresceu, o sol ferveu,
secando o verde da mata, queimou.
Morreu, e a passarada morreu,
morreu toda a passarada
na terra que não mais choveu.

Sofri, sofri, quanto sofri!

Pois a seca não cedeu.
Só mais longe é que choveu,
voltou o verde da mata breu
Não voltou a passarada,
mas um canto me fez sorrir,
só meu.

Ele voltou, não morreu.
Não morreu o Bem-te-vi.

Bem-te-vi... Bem-te-vi...Bem-te-vi...
 
CANTO SOLITÁRIO

CAÇADOR DE BORBOLETAS (Letra/Vídeo)

 
 
Título: CAÇADOR DE BORBOLETAS
MPB - Canção
Autor: Letra/Melodia/Voz/Violão - ZéSilveira
(inspirado numa obra da poeta HelenDeRose)
https://www.youtube.com/watch?v=Cwh2FaNHBxk

Eu entrei, no portal dos teus olhos,
são jardins encantados
Inda lembro, sua alma sorrindo,
teu coração a pulsar
Caçador, que sou de borboletas,
a correr pelos campos...carmesins
Colorindo, a poesia que sinto...em mim
Nas paineiras, os frutos eclodem,
revoam em nuvens de algodão
Bem fazendo, um bailado singelo,
que faze sorrir, meu coração
No instante, sou aquele menino, com olhar fantasia
Verdes eras, na cor da quimera...entrelaçando alegrias
Se sozinho, nas noites estreladas, canto uma canção de amor
Teu chorar, é igual melodia, saudade de mim...despedida sem dor
Vislumbrei, borboletas azuis, voando do céu, ao meu coração
Onde mora, minh'alma esquecida, do seu beijo emoção
-
No instante, sou aquele menino, com olhar fantasia
Verdes eras, na cor da quimera, entrelaçando alegrias
Caçador, que sou de borboletas,
a correr pelos campos...carmesins
Colorindo, a poesia que sinto...em mim
 
CAÇADOR DE BORBOLETAS (Letra/Vídeo)

AMPULHETA

 
.
.
.
Advindo do infinito
o eco das palavras...
Do seu tempo,
o Homem artífice
no seu próprio tempo,
é mago e magia,
pênsil num receptáculo
perpassando em fina areia...
Heranças de vida...
Epígono ser,
ungido pelos astros,
pelas mãos dos mestres...
Obediente,
verga a cabeça
em reverência,
doa-se brune...
Lição de amor
após “ser”
que cada qual
feliz é no esvair
do seu afunilado
tempo; precipitado
ao fundo da
gota cristal...
Dita o destino,
marca o tempo,
inverte e reinicia...
Anoso episódio
manipulado.
 
AMPULHETA

RECADO (Letra/Vídeo)

 
 
Título: RECADO
MPB - Samba
Autor: Letra/Melodia/Voz/Violão - ZéSilveira
https://www.youtube.com/watch?v=52jB8oODgv0

Olha...
sou culpado deixar,
passar tempo demais...
Desamor quando há,
rejeição se perfaz...
Bem por isso, que eu digo
não-te-amo-mais...
Faço...
o retrato final, dos porquês, que não meus,
Sambas, que não compus, nem seriam seus;
num mar revolto,... a poesia... se perdeu
Não...
adianta, chorando, vir me procurar,
deletei numerais, daquele celular,
seu-endereço, e também seu avatar...
Hoje...
não preciso pedir-lhe perdão, sem ter culpas,
e nem ter que ouvir sempre as mesmas
desculpas.
Definitivamente-agora, tudo terminou...
Pois...
nada-mais, certamente mereces de mim,
consequência: é adeus, é finito; enfim...
Aquele, bem querer... se foi, por fim...
Me esqueça....
Pois a vida é mesmo assim..
Desamor tem o seu preço...
Paguei com a mesma moeda, sim...
 
RECADO (Letra/Vídeo)

ÁGUA MARINHA

 
Vejo-te ir, sentindo-te pulsar no meu peito,
e sem jeito; expiro-te e respiro-te, mar...
Aninhas-te junto a mim no marulhar das ondas
ainda bem calmas, acalma-me o pranto e a alma.
Ausência prévia de ti é ausência de sopro, de ar, de ar...
Dói-me tanto, e este velho coração que não mais marinha.
O vento frio soprou mais forte e insistente hoje,
sibilando qual uma canção dolente, apagando da areia
teu nome; como se despedindo de ti por mim...
Afastei-me abruto antes que a alta maré te levasse.
Nos olhares marejados d’água azulada; silêncios.
Restou, lembrar-me do teu olhar de despedida.
 
ÁGUA MARINHA

CANTO QUANDO FALO DE VOCÊ

 
 
Título:CANTO QUANDO FALO DE VOCÊ
MPB - Samba canção
Autor: Letra/Melodia/Voz - ZéSilveira
Violão: Maestro Jobab Silva

Já cantaram
que as rosas não falam.
E que elas perfumam também.
E falaram que são amorosas.
Mas que espinhos, todas elas tem.

Acontece
que eu tenho um amor.
Bem guardado
aqui dentro do peito.

É uma rosa e tão especial,
flor de amor sem defeitos.

Seus espinhos
Arranham o meu ser.
Mas com jeito
para não machucar.
Só poesias,
carícias de amor,
faz meu corpo gritar...

(Da sua boca,
os beijos, molhados.
E na cama,
Jogos sensuais...
Com você
meu amor.
Não tem jeito,
o deleite é demais!...)

Projeto Autoral:
Por Aí, Aqui e Ali... Samba&Poesia
Registro Poético Musical em CD
 
CANTO QUANDO FALO DE VOCÊ

FAÇO POESIA POR NÃO PODER DIZER QUE TE AMO

 
Meu coração grita você.
Ame-a. Por favor. Clemência!
Anuncie o nome desse amor,
depois de apor as reticências.

Peço-te. Grite, pois eu não posso,
é um senão, não é demência.
Por isso guardo aqui no meu peito
todo esse sabor, de te amar.

Perdoe se o poeta é brejeiro,
e que sorrateiramente flerta,
fazendo-se por vezes de menino,
para que você não o esqueça.

Quisera que o ontem fosse agora,
que o tempo não tivesse hora
para o tanto que temos a dizer.
Segundo, passa a ser demora.

Não, não posso dizer que te amo
como grita o meu coração.
Por isso faço de você poesia
no clamor dessa minha paixão.
 
FAÇO POESIA POR NÃO PODER DIZER QUE TE AMO

DECRÉPITO

 
todas as sextas feiras vestia branco;
branco imaculado, até as meias.
Alvo dos olhares dos que ao largo
passavam e não entendiam.

Apenas um velho que lá ficava, inerte,
insólita figura, sentado inadvertidamente
à beira mar; de pernas cruzadas em padmasana.

Brancura nos cabelos encaracolados
sacudidos ao sabor do vento.
Branco algodão como as espumas
chegadas nas cristas brandas das ondas;
marolas que lambiam, e lambiam,
sonolentamente a fina areia.

Havia um emaranhado de pensamentos
que o fazia sorrir insistentemente,
até ao inexistente hilário;
cantava e gargalhava de braços erguidos
saudando os céus, e inclinando-se,
reverenciando o mar.
Seu corpo era pluma, alma, parecia levitar.
Com as mãos em concha areava o rosto
parecendo oferecer-se ao imaginário...

A densa neblina treva não o impedia
de sorrir; sorria, sorria, e agradecia...
Bom dia meu dia! Bom dia!,
com aquele olhar disperso como se nada via.
Era sábio; sabia manipular os sonhos...
O tempo o ensinara não precisar ver.
Sentia pelo som quando era poesia,
ou era mar com a mesma e velha cantoria.
 
DECRÉPITO

RUMO (Letra/Vídeo)

 
 
Título: RUMO
MPB - Samba
Autor: Letra/Melodia/Voz/Violão - ZéSilveira
(inspirado numa obra da poeta Karinna)
www.youtube.com/watch?v=wlnr5zoKv-0

Ainda te serei `blue`
Do luar farei concha
E num Leito de prata
Singrarei rumo ao sul...
Entre véus, céus e pompas
Eu te desnudarei
Deitarei ao teu lado
Meu pensar não desmonta
No teu sono sem tempo
Dormirei te adorando
Num oráculo, sem máculas...
E na tua enseada
Então eu rasgarei...o vento...
Ainda serei de ti
Vou colher mar de estrelas
Cirandar de olhares...
Alma, pele, adornos
E o toque perfumado
Vidas, flores e luz
E colares de pérolas
De tudo que seremos
Aos teus olhos azuis..
 
RUMO (Letra/Vídeo)

SAUDADES (Letra/Vídeo)

 
 
Título: SAUDADES
MPB – Canção
Letra/Arranjo violão/Voz: ZéSilveira
https://www.youtube.com/watch?v=MGZwHAgGIkE
Autor: Décio Rocha - Música original instrumental: "Saudades "
4a faixa do CD autoral: "Quando estou dormindo nem sempre sei por onde ando" https://youtu.be/_vpmvzFiI5c

Todas as manhãs, brilhas
És o meu alvorecer
Linda e perfumada
Vivo, por você...
Revivi por você, então
Eu, fiz esta canção
Do meu coração, sei porque...
É o amor – por você...
Linda... Linda...
Flor linda, tão linda...
Nunca, vou te esquecer
Corro pra te ver, ver sorrir...
No jardim...
Do céu azul...
 
SAUDADES (Letra/Vídeo)

AMANHÃS PODEM SER CARNAVAIS (sinopse)

 
O último bloco
dobrou a esquina;
findo o Carnaval,
sem precisar virar a esquina
da vida.
Não deixe-a que fuja
do seu olhar,
e do teu coração.

Mantenha a canção
sussurrada na boca.
Entreabra os lábios,
e deixe o sorriso
te dominar
como se inda festa fosse.

Responda aos sentidos,
exteriorize o colorido,
vista-se de poesia.
Ignore os senões,
vá em frente de peito nu,
desavergonhado,
transbordado de `sins`,
e enfrente esse resto
com euforia.

Cinzas?
Só nas fantasias rasgadas,
serpentinas agonizantes
roladas pelo vento.
Dos confetes jogados
nas sarjetas que as
águas de março irão lavar.

Lembradas e insubstituíveis
no beijo eternizado.

Debaixo das cinzas
há calor que se renova.
Vá! Assopre!
Assopre essa brasa
restante de folia,
e mantenha-a acesa
nesse fogo de alegria
que alimenta a alma
como de quem se inicia.

Faça da sua vida
um eterno carnaval,
e anuncie o quão
é possível ser feliz.
Afinal...
 
 AMANHÃS PODEM SER CARNAVAIS (sinopse)

BUSCA (Letra/Vídeo)

 
 
Título: BUSCA
MPB - Samba
Autor:Letra/Melodia/Voz/Violão - ZéSilveira
https://www.youtube.com/watch?v=l7nQvPqjaoo

Kaô, Kaô...
eu sou filho de Xangô
Não sigo por descaminhos
Da injustiça e o desamor
Não descarto minha saga
Na alegria ou na dor
Empunhando minha clava
Respeitado com fervor
Vivo minha consciência
Confiando no olhar
Conselheiro e justiceiro
Luxuoso Orixá...
A paixão que me domina
Nas águas, eu fui buscar
Num impulso generoso
Pelas mãos de Iemanjá...
Kaô, Kaô!...
Kaô, Xangô...
Kaô Kabacilê...
Está minha poesia
É saudação para você...

Xangô, entidade cultuada pelas religiões afro-brasileiras, Deus da justiça, dos raios, dos trovões e do fogo; Orixá protetor dos intelectuais. Axé!
 
BUSCA (Letra/Vídeo)

ETERNIDADES

 
A quem dera que fosse a poesia,
um canal de fugas, eternidades práticas.
A quem dera não esquecer do remanso,
que beiram as margens das imagens estáticas.
A quem dera deixar me levar,
pelas correntezas da ótica......ilusão;
querer ser diferente, navegar à nascente,
novo rumo, então...
São águas apenas, parecem que passam,
aos olhares tão rápidas, embargando a voz;
pois à favor das correntes, correm todas as águas; à irremediável, foz...
A quem dera.....

(ZéSilveira)
 
ETERNIDADES

AR-190301

 
Rio de Janeiro.
Ah meu Rio!
Não é só de mar,
rio e montanha.
Há gentes sim;
sol, solidariedade
e alegria tamanha
banhando a cidade
de citadinos ávidos
por felicidade. Nas
canções dos poetas
de todas as idades;
músicas e danças
sob os tons florais
das amenidades...
Ah meu Rio!
Chegada a noite;
te sinto nos sonhos,
e sorRio...
 
AR-190301