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Poemas : 

Morada, ou onde se de-mora

 
Em cada credo
há uma memória futura
que ressoa como esquecido eco…

Mas, apenas crendo,
essa força feita de ar e imaginação,
é que o mais próximo nos habita.

Seja no primeiro passo,
na viagem,
no destino.


Sou fiel ao ardor,
amo esta espécie de verão
que de longe me vem morrer às mãos
e juro que ao fazer da palavra
morada do silêncio
não há outra razão.

Eugénio de Andrade

Saibam que agradeço todos os comentários.
Por regra não respondo.

 
Autor
Rogério Beça
 
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