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Poemas, frases e mensagens de joao20

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de joao20

Rimando contra a maré

 
As pessoas só querem o meu mal
Dizem que não vou chegar a lado nenhum
No mundo onde vivemos, acham que isso é normal?
Que eu saiba não estamos numa novela
Onde há gente que para conseguir o que quer, o seu adversário, atropela
Estamos no mundo real!
Era suposto as pessoas darem força aos que se sentem menos confiantes
Ao invés ainda mandam mais abaixo
Não se sentem seguros de si.
É o que eu realmente acho!
Quem se sente bem consigo não deseja ao próximo, o pior
Quem se sente bem consigo, devia se sentir o maior
Mas não é bem assim
Falam mal a torto e a direito, de mim
Será que há explicação para o que atrás foi dito
Que sim, eu piamente acredito!
Não desejo nada de mal ao opositor
O tal que se acha no direito de ser ditador
Mas eles se esquecem
Que no mundo onde vivemos
Os mesmos direitos e deveres.
Todos nós de igual forma os temos!
Eles das boas acções se esquecem
Dou a vida por eles e nem isso reconhecem
Passam por mim na rua
E da forma mais crua fingem que não me conhecem
Fingem que não sabem quem eu sou
Esquecem tudo aquilo lhes dei e que ainda hoje lhes dou
Cospem no prato onde comem
Têm o desplante de dizer que eu não sou homem
Que ao invés sou um rato!
Ser humano ingrato...

Autêntico bicho-do-mato!
Têm o descaramento de dizer que eu não possuo o mesmo formato
Posso não ter o melhor porte
Mas me orgulho de nunca vos ter desejado a morte!
Que sou feio e magro, dizem eles
Gente do mais reles!
É o que eu penso do ser humano
Se resume a mentira, inveja e engano
Sim, o ser humano é insano!
Tenho medo do meio que me rodeia
Não tenho nem ideia
O que faço nesse mundo?
Se todo ele faz intenção de me ver no fundo...
Mas eu a custo cá me arranjo!
Ao invés de vós que são diabo
Eu sou anjo!
Eu, as minhas tarefas de manter o mundo melhor, levo a cabo!
Sou eu mesmo, de carne e osso!
Escrevo os melhores versos porque posso
O que eu sou aqui
Sou também em todo lado
Não tenho a necessidade de andar de cara tapada
Disfarçado!
Uma chapada de luva branca...
É o que de mim vão levar!
Pode ser que se deixem de para arranca
E passem de uma vez por todas à acção
Respeitar devidamente esta nova geração
Que comete erros mas que ao contrário de vós, aprende com as falhas
Ao contrário de vós não preciso de facas e navalhas para intimidar quem quer que seja
Já intimido qualquer tímido com o meu talento para a escrita
Nunca vos disseram mas a vossa inveja irrita as pedras da calçada
Se eu toco com o dedo na ferida vêm logo uns quantos para dar cabo da minha vida, à facada
Acalmem lá a carroça
Não metam de cabeça quente, a pata na poça
Mas não é de admirar
Quando não se têm argumentos passa-se logo para a violência
Sem sentimentos...
Sem clemência!
Por isso é que para muitos deles sou uma referência
Porque nunca mas nunca desço de nível
Esse padrão para com a minha pessoa, é incompatível
E dou graças a deus por assim ser
Felizmente me lembro e nunca esqueço quem me deu sempre de comer
Atrás de um PC, não me escondo
Muito menos caio ao redondo no chão, de tanto rir
Gente que faz tudo para me denegrir
Gente que faz de tudo para comigo não interagir
Mas eu sei como face à inveja e ao maldizer, reagir
Felizmente lá me vou aguentando sempre de pé
Felizmente lá me vou aguentando sempre com muita fé
Pronto para lutar
Pronto para os meus argumentos, refutar
Uma vez mais sozinho...
Rimando contra a maré
 
Rimando contra a maré

Distinto

 
Sou um homem distinto quer de noite quer de dia
Distinto de quem vê o amor como um senhor bonito e cor-de-rosa
Sou distinto de quem só vê a escrita à base da poesia
Ao contrário de vós, eu vejo essa senhora a prosa
Sou distinto quando se fala de sentimentos ou emoções
Nessa vida sou o maior dos vulcões
Reajo a todo tipo de provocação de cabeça quente
Sou o típico inconsequente que não mede as palavras
Peço uma enorme salva de palmas a este homem bipolar
Conhecido como frio e insensível pelos restantes corações
Muda seu gesto com o desenrolar da história!
Nessa vida sou o mais incorrigível dos incorrigíveis
Distinto dos que actuam sob elo de ligação
Tenho o meu próprio jeito de ser
No meu coração predomina uma pedra de gelo
A mesma que jamais alguém nesse mundo vai conseguir derreter
 
Distinto

O reacender da paixão

 
Tens um coração que saltita
Tenho na cabeça uma jóia em mente
Uma paixão bendita
Um apaixonado demente

Trago comigo um humilde sorriso
Trazes contigo um bilhete de ida e volta
Temos como destino de sonho, o paraíso
Somos dois pobres sonhadores à solta

Quando estou perdido no deserto
Sinto o coração a enfraquecer
Mas quando dou conta que estás por perto
Aí meu coração volta a enaltecer

E é nesse instante que os amados
Há muito tempo de costas voltadas
Hoje perdidamente apaixonados
Voltam a viver um lindo conto de fadas
 
O reacender da paixão

Uma saudável distração

 
À tua beira é mais fácil levar o medo para a brincadeira
Pois é essa presença que me dá estabilidade, equilíbrio e segurança
Os ingredientes necessários para me voltar a sentir uma criança!
O resto do mundo até se torna tão miúdo comparado com o teu sobretudo
Que vezes sem conta, me protege do pranto
E traz-me à tona, o encanto
Começo a achar que saber dizer não
É tudo menos o meu ponto forte
Pois quando estou a teu lado até perco o norte
Bem como a noção do que me rodeia
Se na verdade já passou a hora de ceia
E eu nem dei atenção
Ao tempo que se encontra em constante alteração
Parece que ainda ontem era verão
Tinha eu, o sol a esbater no cantinho do meu coração
Parece que hoje é inverno
Bem-vindo ao inferno!
Mas é junto do teu abraço terno...
Graças a ele, que eu cá me governo
 
Uma saudável distração

Tarde demais

 
Somos dois amantes
Em dois mundos distantes
Queremos que a distância se faça perto
Mas ainda assim não colaboramos para que tal dê certo

Sabes onde eu moro
Mas não vens ao meu encontro
Sei onde tu moras
Ainda assim deixo-me atraiçoar pelas horas

Penso que o tempo se encontra lento
Da mesma forma que o amor espera por mim
Se eu fosse realmente um homem atento
Eu já tinha percebido que as coisas não são bem assim

Nada fica como a gente deixa
Hoje a pessoa que eu amo está desamparada
Amanhã parece que já não se queixa
Tem um homem que além de não ficar parado a fez sentir desejada
 
Tarde demais

Só quem sente

 
Sabe aquele momento constrangedor
Em que mais ninguém sente ou entende
Toda a dor pela qual você passou
Ou até mesmo o árduo caminho que traçou
Eu sei apesar de ainda ser muito novo
O que passei ficou de certa forma entranhado
E mais um pouco exposto aos olhos do povo
Só me admira ainda ninguém ter estranhado
Assim de repente passam por mim e me criticam
Imoralidade é o que eles tanto praticam
Eles falam mas não têm moral para tal
Não podem exigir a assinatura de uma carta de foral
Se na verdade são um ser humano desigual
Pois aquela dor que tanto vos brindei ao longo dessa vida
Em tom amador como dizem, foi tudo menos fingida
Eu não menti quando afirmei que todo esse meu tormento
Se encontrava na mesma escala que um epicentro
Na verdade só eu e Deus temos conhecimento dessa triste banda sonora
Pois só quem mora no convento é que sabe o que lá vai dentro
 
Só quem sente

Sê feliz

 
Cuida de quem cuida de ti
Em momento algum, deixes que o incansável esforço dos demais seja em vão
Quando despertares esboça um sorriso
Anda de mãos dadas com a felicidade
Pois essa é a única forma de escapar das garras da doença, morte e tristeza
Eu sei que não sou exemplo para ninguém
Mas ainda assim passei por aqui só para dizer que aquilo que vocês estão a fazer é errado
O vosso final ainda não está de todo, encerrado
Ainda vão a tempo de dar a volta ao rumo da vossa história
Então que estão à espera?
Que acabe a primavera e comece o verão?!
Não deixem fugir por entre os dedos, o vosso sorrir
Quando esboçarem um sorriso guardem-no num frasco
Se o fizerem será caso para dizer que esta vida é um fiasco não
Afinal ainda tem uma pontinha de salvação!
 
Sê feliz

Eu fui burro

 
 
Eu fui burro!
Fui burro
Fui burro
Eu fui burro!

Realmente!
Quem me manda sonhar alto
Por ti me apaixonei perdidamente
Dei um salto no absurdo!

Tanta gente me avisou
Me arrependo tanto de não escutar
Que burro que eu sou
De não te chutar para canto!

Tu pedias um churro
E eu sem pensar duas vezes te oferecia
Essa delicia e também um beijo
Pois tu dizias que ele te matava o desejo

Mas no final das contas
Chega o primeiro dia de verão
E eu fico em vão à tua espera em pleno serão
Bem como, com muitas duvidas sobre em quem tu na realidade montas

Ao início
Era tudo muito bonito
Dizias que eu era o teu maior vício
Me prometeste o infinito

Mas te meteste na toca do lobo
E eu para variar fui bobo por acreditar na mentira que saia da tua boca
Mandaste uma mensagem para o meu telemóvel
Antes que eu tivesse a chance de tomar um calmante
Interrompeste dizendo que estavas em um hotel
A fazer o 69 para comemorar as tuas dezanove primaveras
Com o teu amante!

Me disseste que ele te estava a fazer a uma massagem
Eu cheguei e nem precisei abrir
A porta já estava descoberta
E a minha vontade era sair

A traição naquele momento era certa
Lá estavas tu com a perna toda aberta
E o teu amado com falta de ar
Tudo pelo teu atrevido sussurrar

Eu fui burro!
Fui burro..
Fui burro...
Eu fui burro..

Por te amar!
 
Eu fui burro

Não te vou deixar

 
Se nessa vida eu pudesse decidir
Acredita que eu tirava os pés do passado
E ficava para sempre ao teu lado
Ao invés de partir
Mas há certos momentos
Em que o poder de escolha de nada serve
E antes que me enerve, vou pedir a Deus que a minha alma, recolha
É que dizer adeus para mim não faz qualquer sentido
Mesmo sabendo que o ser humano não é eterno
Ele cresce, nasce e morre!
Mas não o amor!
Esse que ao longo do tempo vim a nutrir por ti
Para qualquer lugar que eu for
Ele vai estar sempre aqui
Querias-te despedir assim de mim, mas temos pena
Este homem não vai sair de cena enquanto não avistar o teu sorrir
 
Não te vou deixar

Inquieto coração

 
Inquieto coração
 
É duro raciocinar
Pelo simples facto de adorar
Ainda mais é, de agir
A cada vez que me deparo com o seu sorrir

Creio que já me está no sangue, o sabor de complicar
Não é que seja difícil de aplicar
Mas tomar conhecimento que ela respira o mesmo ar
É meio caminho andado para fracassar

Estou a ter uma nova ideia
Mas assim que a vejo, faço cara feia
Não só a ela mas também ao meu saber
Enfim, deito tudo a perder

Maldito coração
Que em momento algum, me tira da solidão
É nele que eu me afogo
E que do mesmo modo, morro logo
 
Inquieto coração

Há sempre alguém

 
Há sempre alguém
 
Há sempre alguém
Que mesmo longe nos reconhece
E que tão cedo, de nós, não se esquece

Há sempre alguém
Que nos beija na boca
E nos faz ver que a vontade não é assim tão pouca

Há sempre alguém
Que com uma leve carícia nos cumprimenta
E do mesmo modo, o coração acalenta

Há sempre alguém
Que até em câmara lenta
Consegue trazer á tona uma face mais ternurenta

Há sempre alguém que hoje nos quer
E que no dia seguinte não olha para a nossa cara sequer

Há sempre alguém que quando se fala de amor, complica
Ainda diz que assim é que dá pica

Há sempre um alguém que corre o risco
De fazer um pequeno rabisco
E depois, apaga-lo com uma borracha
Como se costuma dizer nessa vida
É tal e qual a lei do vai ou racha

Há sempre alguém que nos congela
Seja um, ele ou até mesmo uma, ela

Há sempre alguém que nos faz
Decerto, ter vontade de correr atrás

Há sempre alguém que nos faz querer
Decerto, ir além do nosso ser

Há sempre alguém que nos faz duvidar
Decerto, do passo que estamos a dar

Bom receber tempo de antena
Sinal que vale a pena
Ficar por esse, alguém de quarentena

Há sempre alguém que nos completa
Não fosse, atingido pela mesma seta

Há sempre alguém que está na mira do cupido
Mas que ainda assim opta por se fazer de fingido

Há sempre alguém que tende em desabrochar
Um coração que não quer mais desembuchar

Há sempre alguém que a custo nos convence
Que como sempre é o amor
Esse senhor que no fim das contas, vence
 
Há sempre alguém

Alma perdida

 
Procuro por ti..
Na rua
Na avenida
Na tasca
E nem sinal teu minha querida..

Nem no quintal
Nem no meio rural
Tanto animal á beira da mãe natureza
Mas nem sinal da tua beleza

Eu procurei por ti...
Procurei todos os dias
Todas as noites
Mas tu levavas a tua vida em correrias

Procurava arranjar motivos de comemoração
Dava festas para a tua ausência esquecer
Mas o meu coração....
Ele só pedia para adormecer

Porque de ti não havia rasto
Uma dor enorme e infinda
Abracei o teu corpo como um padrasto
Um corpo de ida sem vinda...

Não consigo ser indiferente
De mim escapaste
Hoje nem desaguas na minha nascente
Daí em diante a minha respiração abafaste

Será que foi algum demónio que te levou de mim? Anjo caído
Se foi... nem que eu percorra o inferno
Nem que eu morra nesse inverno
Pela tua ausência ainda mais arrefecido, sem toque de primavera
Mas percorrerei essa esfera sem fim que não tem dó de mim
Será que não sentes?
Decerto não sentes!
O meu corpo... ele não aguenta a tua ausência!
Tanta violência da tua parte que afugenta o desejo do infinito de encontrar esse amor que não me quer sorrir, ao invés prefere partir do que me fazer feliz...
E na ilusão de te encontrar escrevo hoje neste caderno por escrito

Procuro por ti....
Na Lua cheia
Na avenida
Nas horas de almoço e de ceia
E nem sinal dessa alma perdida...
 
Alma perdida

Tempos fáceis

 
 
É esse
O retrato do ciclo humano
Que no espelho do quarto me aparece
Não, não é um engano
Antes fosse
Sinal que dava pano para mangas
O pensamento que circula por estas bandas
Irmão, ora andas, ora desandas

Meus entes queridos trouxeram paz ao planeta terra
Só eles sabem e bem o quão lhes custou
Trazer essa velha relíquia ao invés de mais guerra
Porque passados anos muita coisa mudou
Muita gente murchou, se refugiou, acobardou,
Nesse momento muitas mentes brincam com legos
Esquecendo-se assim de fortalecer seus egos
Realmente, anda um pai a criar um filho
Para este se revelar um autêntico empecilho
Algo me diz que pelo andar da carruagem vêm aí sarilho
Creio que ninguém tem noção do que vai suceder
Muito jovem vai ficar sem saber ler e escrever
Isso significa que os postos de trabalho vão diminuir
Estou ciente de que hoje só querem saber de curtir
Vão mazé para o caraças, é mesmo desse jeito que se querem dirigir para uma possível 3º batalha mundial?
Sempre que me questionar de tal, vou ouvir uma voz que me diz, bem-vindo ao mundo real!

Homens fortes criam tempos fáceis
Tempos fáceis geram homens fracos
Mas homens fracos criam tempos difíceis
Tempos difíceis geram homens fortes

Oh tempo, por favor regressa para trás
Porque nota-se a léguas que nos dias de hoje não existe alguém capaz
De dar a sua vida a quem já deu muito de si, típico de um capataz
Sem saber se a ida poderia estar quem sabe de acordo com a volta
É isto que muito me revolta
Por que razão, vocês não nos agradecem?
Podem fazê-lo a bater de frente
Além disso a chapa está quente se é que me entendem
Que eu saiba cotonetes não mordem
Bem como verdades não ofendem
Isso seria um gesto digno
Mas vocês não são do mesmo signo
Em vós não consta qualquer garra
Pois ao contrário, a mim ninguém me agarra

Homens fortes criam tempos fáceis
Tempos fáceis geram homens fracos
Mas homens fracos criam tempos difíceis
Tempos difíceis geram homens fortes

Cada ato tem a sua consequência
Damos a mão, eles querem o braço
Isso inclui a ausência de violência
Somente um constrangedor de um abraço
O que seria facilmente evitado com a presença de pulso firme
Logo eu que prometi ser essa a derradeira vez em que dava por mim a iludir-me
Cada um planta o que semeia
Eu apenas consigo ver mais e mais diarreia
Nós não queremos gajos acagaçados
Queremos sim, armados
Em seriais Killers, daqueles que criem thrillers psicológicos
Resumindo, desejamos novos Hitler's anti-letárgicos
Caso contrário podem ficar debaixo da cama
Acompanhados da vossa dama e a dar na mama
Mas se vos fizerem a cama
Não digam que foi por falta de aviso
Pessoas vulgares vão julgar que tudo o que falo é drama
Claro, eu decidi fazer um pequeno improviso à última da hora
Sim, até tenho um sorriso estampado na cara
Melhor, até sou um gatinho escondido com o rabinho de fora
Nesta fase crucial começa-se a escrever a sua história
Só vocês decidem se preferem ser apelidados de alta elite ou de escória

Homens fortes criam tempos fáceis
Tempos fáceis geram homens fracos
Mas homens fracos criam tempos difíceis
Tempos difíceis geram homens fortes

Está nas suas mãos optar pelo mal menor
 
Tempos fáceis

Todos temos o poder

 
Todos temos o poder
 
Todos temos o poder

De conhecer

Nos envolver

Ou até mesmo de perder

Ficar sem quem mais amamos

Isso é muito simples!

Mas ganhar a sua confiança

Decerto não é com uma pequena aliança

Que damos o sim como garantido

Enfim coisas sem sentido!

Dizem eles que olham do exterior

Mas para quem vive o amor ao vivo e a cores

Até fica com dores tal é a sua genica

Todos temos o poder

De evitar cair no erro

E do mesmo modo

Dar o começo como um encerro

Basta querer!

E de que forma?

Lutar por uma grande paixão

Dela cuidar, regar e vê-la crescer

Mas mais que tudo

A fazer ver que é ela

A razão do nosso ser
 
Todos temos o poder

Miúda bela

 
 
A beleza dessa jóia é tal
Que eu fico sem me controlar
Até na nossa relação ela é uma peça vital
Pois sem si, o carinho não chega a rolar

Quando ela passa na rua todos troçam
Sem qualquer pudor na sua saia, eles se roçam
Não entendem que essa mulher
É tudo menos uma qualquer

É só ela que me repreende quando fujo à norma
E do mesmo jeito me aconselha a actuar de outra forma
Eu acato não para agradar mas porque sei que ela tem razão
Só essa mulher consegue meter tino no meu coração

Nunca pensei encontrar uma mulher assim
Que em momentos difíceis está sempre lá para mim
Em momento algum me deixa segurar vela
Ao invés encarna comigo esse papel, a miúda bela
 
Miúda bela

Está prometido!

 
Está prometido!
 
Uma promessa como essa
Selada pelo dedo mindinho de nós dois
Anos depois deve permanecer intacta
Em momento algum, quebrada
Se a deixares cair no chão
Não vou ter nem um pingo de compaixão
Na hora de te excluir para sempre do meu coração
 
Está prometido!

Unidos jamais seremos vencidos

 
Unidos jamais seremos vencidos
 
 
Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos

Nós somos um bando de maganos
Sonhamos com este dia há anos
De guitarra na mão
Há fanfarra até ao serão
Damos música a toda a população
Com o intuito que ela fique entranhada no seu coração
Não queremos de modo algum
Por vós, ser esquecidos
Se temos tanto em comum
Que tal sermos reconhecidos?

Até porque unidos jamais seremos vencidos

Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos

Pois é esse o nosso lema
Ficar juntos independentemente da gravidade do problema
Só para terem uma pequena noção
Se um de nós estiver a passar mal
E por esse motivo não poder comparecer à actuação
O resto dos membros, cancela na hora, o recital
Pois é isso que os camaradas fazem
É esse o sangue que nas veias, eles trazem
Até porque vocês já sabem
E não deixam que os pequenos Beatles acabem

Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos

Esta é para todos os que nos querem fazer a cama
Como sabem, começámos cedo, do ponto de partida
No entanto bastou uma pequena batida
Para alcançamos rápido, a fama
A nossa música cativa
Pelo simples facto do nosso som
Ser tal e qual uma voz activa
O que é realmente muito bom

Para os mais descontentes
Eu tenho aqui um recado
Sabem o que é correntes?
Se não, vão passar um mau bocado

Eu digo a todos os conhecidos
Planos são coisas que todos nós temos
Nessa vida o que mais queremos
É ser nada mais, nada menos que reconhecidos
Então se pretendem ser alguém
Façam-se à estrada se necessário
Dando por fim uma abada ao adversário
Evitando nesse universo, acabarem como um Zé-ninguém

Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos
Unidos jamais seremos vencidos

Somos oriundos de uma banda
Que por nada desse mundo abranda

É verdade
Ao início sentimo-nos de pés atados
Como se costuma dizer
Filhos criados, trabalhos dobrados
Mas isso lá passou com a idade

E porque?

Porque unidos jamais seremos vencidos
Porque unidos jamais seremos vencidos
Porque unidos jamais seremos vencidos
Porque unidos jamais seremos vencidos

Dizem eles

O outro grupo em stock já cá canta
Isso é porque ainda não viram a nossa crew de rock, actuar
A mim também não me espanta
Sorte que chegámos a tempo de os evacuar

Somos poucos
Mas os melhores
Somos loucos
Aqui e arredores
A música metal transborda por entre as nossas veias
Não é fatal porque somos ricos em ideias

Este grupo não é igual aos demais
Tipo individual na hora dos recitais
O nosso em contrapartida é colectivo
Daí o adjectivo,

Unidos!

Porque unidos jamais seremos vencidos
Porque unidos jamais seremos vencidos
Porque unidos jamais seremos vencidos

Porque unidos jamais seremos vencidos

Somo unidos pelo canto
É isso que define o nosso quarteto
Bem como movidos pelo seu encanto
Que faz o quadro rockeiro ficar completo

Porque unidos jamais seremos vencidos
Porque unidos jamais seremos vencidos
Porque unidos jamais seremos vencidos

Porque unidos jamais seremos vencidos
 
Unidos jamais seremos vencidos

Poeta a tempo inteiro

 
Poeta a tempo inteiro
 
Graças a deus sou uma pessoa bem resolvida
Com a escrita que sempre foi e continua a ser, a minha lida
Me levanta quando eu não tenho mais forças para lutar
Portanto a mim só me resta, a essa dona, recompensar

Tudo começou com uma pequena brincadeira
Estava longe mas mesmo longe de imaginar
Cair em momento algum na sua ratoeira
Mas parece que foi o suficiente para de vez, atinar

Que estou destinado a nascer
Com essa senhora no meu peito
Estou destinado a desfalecer
Ao seu lado de qualquer jeito

Podem vir umas quantas multidões
Mas eu não arredo por nada desse mundo, pé
Podem vir acompanhados de canhões
Mas eu e a escrita vamos mostrar como é que é

O meu pai até em mim, acredita
A minha mãe, o meu trabalho, facilita
O meu irmão ao que parece só me imita
E eu pois claro sou o tal que não hesita

Igual a mim mesmo!

Vocês não sabem que eu sou a luz
Porque moram por horas infinitas na escuridão
Pedindo o perdão que Cristo nos dá na cruz

A paga mais justa por se meterem onde não devem!

Preocupem-se com a vossa ou falta dela
Olhem a história da bela adormecida
É um bom exemplo para quem quer ir de vela
Sim, estou a falar da vida!

As pessoas que tanto me criticam
Quer, as que vão ou até mesmo as que ficam
E que do mesmo modo, têm mau perder
No fundo são as que me admiram
Vocês, é que ainda não viram
Mas ainda vão a tempo de escreviver!

Quando o alheio for santo
Eu já estarei no céu
Acompanhado do meu chapéu-de-chuva
Só para o proteger de todo pranto

Por isso não chorem mais
Já tivemos bastantes funerais
Ao invés, puxem pela cabeça até mais não
E levem a escrita bem no cantinho do vosso coração

É isso que todos os dias faço
Se até mesmo de Janeiro a Janeiro
Levo sempre a caneta no meu regaço
Não fosse eu, poeta a tempo inteiro
 
Poeta a tempo inteiro

Refém do Amor

 
Refém do Amor
 
Já não me lembro da ultima vez que te ofereci o meu ombro amigo
Agora me recordo que foi quando disseste que ele era de velho artigo
Podes ainda não ter reparado mas há muito que eu desisti de ti
Quando tentava-te animar tu ainda te afastavas mais
Não é questão de ser chorão mas isso dói demais
Senti que não me devia tornar num homem frio
Mas no fundo tinha de ser
Senão eu é que ia acabar por sofrer
Cansei de ser todo teu!
Cansei de ti por inteiro!
Quando antigamente o sentimento era verdadeiro
Mas agora és só mais uma velha conhecida
A mesma que deixou o meu coração em patifaria
Acalmar o teu pranto já não me diz nada
Nem uma simples gargalhada
Eu mudei por completo
Já nem me reconheço
Amar tem o seu preço!

Chega de ser bom
Chega de dançar ao mesmo som
Se da ultima vez que te ofereci meu anel de prata
Da forma mais crua atiraste-o para o chão
Não ata nem desata
O nosso orgulhoso coração!
Eu choro noites sem fim
Sem ti ao pé de mim...

Ao ponto de não conseguir adormecer
Eu sei que custa mas vai ter de ser
Nem que eu tome um comprimido
Mas nunca. Oprimido
Tu não mereces as minhas preces
A custo eu percebi
Que sou vagabundo que mete medo ao susto
Só posso ser lindo contigo aqui

Eu andei por anos a resistir
Dizia eu, que sabia bem para onde ir
Mas estava enganado
Na verdade sou refém do passado

Refém de ti!
 
Refém do Amor

Altos e baixos

 
 
Há muita gente por aí que me provoca indisposição
Mais ainda, que uma conturbada montanha russa
Afirma sem medo, que só vai aprender a lição
Quando enfiar na nuca, sem eu julgar, a carapuça

Há muita gente por aí que me provoca indisposição
Mais ainda, que uma conturbada montanha russa
Afirma sem medo, que só vai aprender a lição
Quando enfiar na nuca, sem eu julgar, a carapuça

Oh, oh, ah, ah
Oh, oh, ah, ah
Oh, oh, ah, ah
Oh, oh, ah, ah

Há muita gente por aí que me provoca indisposição
Mais ainda, que uma conturbada montanha russa
Afirma sem medo, que só vai aprender a lição
Quando enfiar na nuca, sem eu julgar, a carapuça

Há muita gente por aí que me provoca indisposição
Mais ainda, que uma conturbada montanha russa
Afirma sem medo, que só vai aprender a lição
Quando enfiar na nuca, sem eu julgar, a carapuça

Oh, oh, ah, ah
Oh, oh, ah, ah
Oh, oh, ah, ah
Oh, oh, ah, ah

Eu não citei nomes, mas ok
Eu não citei nomes, mas ok
Eu não citei nomes, mas ok
Eu não citei nomes, mas ok
Eu não citei nomes, mas ok
Eu não citei nomes, mas ok
Eu não citei nomes, mas ok
Eu não citei nomes, mas ok

Oh, oh, ah, ah
Oh, oh, ah, ah
Oh, oh, ah, ah
Oh, oh, ah, ah
 
Altos e baixos