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offline Liliana Jardim Poemas -> Amizade Parabéns ConceiçãoB Um dia encontrei-te, graciosa Na berma da minha vida Segurei-te nas minhas mãos trémulas Com deli...
Enviado por Liliana Jardim
em 01/02/2010 00:58:22
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor O amor encontrou-me algures O amor encontrou-me algures e chamou-me logo de meu amor murmurando obstinado que era p`ra tod...
Enviado por Liliana Jardim
em 29/01/2010 14:02:56
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor Prensado nos poros humedecidos Enfaixada no aconchego dos teus braços perco a noção real do tempo que se desvanece …. apressada...
Enviado por Liliana Jardim
em 27/01/2010 12:37:49
63 leituras
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offline Liliana Jardim Poemas -> Reflexão Falece este poema Este poema respira agónico nas mãos mortiças da doce poesia os pontos e as vírgula...
Enviado por Liliana Jardim
em 23/01/2010 22:33:14
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor É o amor Há no ar que respiro algo de magico que me enfeitiça fascinando-me Há nas coisas que contemplo...
Enviado por Liliana Jardim
em 19/01/2010 20:49:06
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offline Liliana Jardim Poemas -> Dedicatória Poeta ferida Palavras viscerais e furibundas Lavram o papel esfaimado Chorando de ventre desnudado A dor esvis...
Enviado por Liliana Jardim
em 15/01/2010 02:20:15
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor A rubra chama da paixão No estio da alma rejubilada Há uma voz que sussurra Ressoando em rouquidão Palpita o coração d...
Enviado por Liliana Jardim
em 09/01/2010 19:51:32
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor Tocam-se no encantamento De mansinho zumbe o vento pela janela entreaberta afagando os cortinados em toada sussurrante n...
Enviado por Liliana Jardim
em 07/01/2010 15:41:53
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offline Liliana Jardim Poemas -> Reflexão Tempo vagabundo Com a impotência algemada à alma e as mãos calejadas de acariciar o vazio do ...
Enviado por Liliana Jardim
em 30/12/2009 18:58:27
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offline Liliana Jardim Poemas -> Natal Época de reflexão Imagem retirada da Google-Madeira no Natal Da Janela olho Luzes a brilhar ...
Enviado por Liliana Jardim
em 25/12/2009 08:38:42
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor Simplesmente sonho-te Sonho-te neste meu corpo perdido nas flores que florescem no eco dos vento...
Enviado por Liliana Jardim
em 22/12/2009 22:30:10
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offline Liliana Jardim Poemas -> Paixão Louco palpitar Sinto o sopro do teu sussurro entranhar-se loucamente na minha pele humedecida onde os vagidos ...
Enviado por Liliana Jardim
em 20/12/2009 19:29:54
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offline Liliana Jardim Prosas Poéticas Gemidos silenciosos Sabes? Queria dizer-te tantas coisas… coisas singelas, onde o pulsar do coração pudesse falar mai...
Enviado por Liliana Jardim
em 29/11/2009 23:40:52
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor Náufrago, deste (a)mar No rio obscuro da vida existe um barco á deriva nas aguas paradas no tempo deste tempo que se pe...
Enviado por Liliana Jardim
em 23/11/2009 21:25:23
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor O anoitecer em nós O amanhecer Um leito, um corpo Um beijo num arroubo Um olhar, o desejo O labirinto do querer Um a...
Enviado por Liliana Jardim
em 15/11/2009 20:23:04
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor Doce cântico da paixão Perdem-se nas enevoadas montanhas, os ecos impacientes do uivar agreste, dos ventos dos tempos d...
Enviado por Liliana Jardim
em 14/11/2009 15:55:34
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor Até quando? Quero sentir a areia espumosa nos meus pés jungidos a ti, a chuva entranhar-s...
Enviado por Liliana Jardim
em 12/11/2009 18:24:33
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor Beijo-te, quero-te, amo-te Beijo-te na fragrância de todas as flores das pétalas que desabrocham nas minhas mãos sedentas...
Enviado por Liliana Jardim
em 11/11/2009 00:17:16
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offline Liliana Jardim Poemas -> Amor Quero hibernar Quero partir em viagem, perder-me na noite deixar-me engolir pelas entranhas da terra, descansar...
Enviado por Liliana Jardim
em 09/11/2009 16:05:33
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offline Liliana Jardim Poemas Falta-me algo eu sei Falta-me algo eu sei nesta minha vida vivida este algo que me inquieta impede de me sentir preenc...
Enviado por Liliana Jardim
em 08/11/2009 12:14:33
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Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)



Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)