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Poemas
:
Para Mel de Carvalho (105ª Poesia de um Canalha)
A vertigem ainda virgem
Do triste mundo imundo
Que semeias, incendeias
Tecem sonhos, esquecem
Lá fundo vai o moribundo
Que passeias nestas teias
A mágoa escorre e morre
Com uns passos escassos
E vislumbra na penumbra
Dor que te percorre, corre
Rijos aços os teus abraços
Nus qu'a sombra alumbra
Meu momento sem vento
Feito de poesia e maresia
Vi-o semblante diamante
De olhar isento que tento
Desaparecia da vida vazia
O sorrir amante cativante
A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma
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Alemtagus
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20/04/2025 11:20:39
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já não sei o que vale uma ideia "entre um poema e a parede"
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O retrato do retratado
Quatro mãos no remo e um pedaço de papel molhado a dizer amar
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Enviado por
Tópico
visitante
Publicado:
20/04/2025 13:19
Atualizado:
20/04/2025 13:19
Re: Para Mel de Carvalho (105ª Poesia de um Canalha)
Canalhas poetas, e ainda por cima geometras da poesia,.
Não deve haver muitos🙂
Enviado por
Tópico
Alemtagus
Publicado:
20/04/2025 14:24
Atualizado:
20/04/2025 14:24
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24/12/2006
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Montemor-o-Novo
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Re: Para Mel de Carvalho (105ª Poesia de um Canalha) p/ beijadordeflores
Irei beber o sumo das tuas palavras.
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