Cantei a vida e deixei o tempo com a minha liberdade, acreditei nos que se dizem presentes, mas só me consolei nas pessoas ausentes. Quem me dera ser um ser notado, não pelo brilho do que se tem à mostra em sua vida, como se fosse um velho mercado. E para as pessoas prostitutas, que não dão valor à própria vida, e que dela se tira apenas o que não pode ser levado, ficam as lembranças perdidas apenas nas traças, em suas velhas roupas, e o brilho distante de uma luz que reluz do seu ouro, que por outras prostitutas, vidas depois de sua própria e pobre vida, assim por todo o seu pobre ouro vai ser herdado.. o poeta ea solidão