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maria.ana
De um tempo de aves
Há um livro pousado sobre a mesa e uma voz que lhe chega de um tempo de aves ateadas de luz...
Enviado por maria.ana
em 06/08/2022 12:45:39
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maria.ana
Escrevo pontes dentro de mim
Debruço-me sobre o rio e escrevo pontes dentro de mim. Penso em nós límpidas palavras d...
Enviado por maria.ana
em 05/08/2022 12:10:35
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maria.ana
Linguagem desfocada de um fio de água
Ontem, pintava telas em poemas de linho dedilhava sílabas como quem poisa num beijo de borb...
Enviado por maria.ana
em 02/08/2022 12:21:26
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maria.ana
Breve será o sal
Tu ainda não o sabes, mas o teu olhar às vezes tem a vastidão do mar. Vês ao longe o t...
Enviado por maria.ana
em 28/07/2022 19:53:44
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maria.ana
Caem as horas
Instalar-me na fenda ou numa chuva de luz o coração multiplicado inesgotável. Abrigar-me no silê...
Enviado por maria.ana
em 27/07/2022 07:09:02
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maria.ana
A linguagem do sol
Nunca soube onde guardar o silêncio que surge numa tarde vagarosa em que o sol tem tantas ...
Enviado por maria.ana
em 22/07/2022 14:38:11
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maria.ana
Entretanto, florescem os girassóis
A instabilidade dos espaços a desdobrarem falhas e desabamentos. [ Versos inabitáveis corp...
Enviado por maria.ana
em 02/07/2022 11:41:34
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maria.ana
Tons de terra
Poder explicar as formas densas que caem das paredes. Tons de terra a estenderem as raízes da...
Enviado por maria.ana
em 17/06/2022 10:23:02
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maria.ana
Poema interrompido
Subíamos a avenida imensidão de luz coada pelos fascínios que o outono trazia. E dentro d...
Enviado por maria.ana
em 11/06/2022 12:30:39
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maria.ana
Desordenada.mente
Em boa verdade eu não soube decifrar os signos que me enviavas numa flor ou numa pedra ou num ...
Enviado por maria.ana
em 07/06/2022 13:15:53
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maria.ana
Tardia
Chego tardia àquilo que sempre fui. Curso de rio traçado na fluidez de águas inquietantes. ...
Enviado por maria.ana
em 30/05/2022 18:45:50
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maria.ana
Na obliquidade da noite
O silêncio poisa confuso no sobressalto das aves. Ouço-lhe os gemidos escuros e frios entran...
Enviado por maria.ana
em 29/05/2022 16:58:33
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maria.ana
De ti sei agora muito pouco
De ti sei agora muito pouco. Sei a tarde mansa a rua ferida de ausência soluçada e a minha...
Enviado por maria.ana
em 26/05/2022 12:14:44
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maria.ana
Porto infinito
Nunca aprendeste os acordes de maio desembrulhavas à pressa um sorriso [ fechado ] ator do q...
Enviado por maria.ana
em 22/05/2022 13:42:33
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maria.ana
Vislumbro na escuridão a luz do teu rosto
Vislumbro na escuridão a luz do teu rosto. Rodo à tua volta em círculos de tempo. O teu ros...
Enviado por maria.ana
em 15/05/2022 16:10:27
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maria.ana
Maio
Resistir às águas que de dentro para fora desassossegam as horas. [ trajetórias sinuosas em v...
Enviado por maria.ana
em 11/05/2022 13:34:44
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maria.ana
Existe no meu voo um instante inconfesso
Existe no meu voo um instante inconfesso. Morde o vento arranha as águas adormecidas de um mar...
Enviado por maria.ana
em 09/05/2022 11:44:14
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maria.ana
Muros
A voz do trompete a gemer na dormência da luz. Poderá ser o grito da loucura a revolta ...
Enviado por maria.ana
em 22/04/2022 08:49:38
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maria.ana
Secam-lhe as árvores
Estremece à incerteza das águas no soluço dos poentes. Pouco sabe dos segredos de cada hora ou ...
Enviado por maria.ana
em 14/04/2022 19:43:16
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maria.ana
… ou o insustentável cansaço da palavra gasta
As águas desalinhadas a correrem nos andrajos do tempo que oscila suspenso encharcado no desc...
Enviado por maria.ana
em 12/04/2022 11:50:47
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