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Antónia Ruivo
Anda o mote de mão em mão " Décimas"
Mote A brotar no Alentejo igual ao vento suão nas abas de um cabanejo anda o mote de mão em mão...
Enviado por Antónia Ruivo
em 26/01/2026 21:35:06
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Antónia Ruivo
Ausência
Observo, como observo o amanhecer olho a distância e não me reconheço são nesgas difíceis de en...
Enviado por Antónia Ruivo
em 20/01/2026 22:30:45
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Antónia Ruivo
Desce o tempo que desliza na saudade…
Desce sobre mim um manto de nevoeiro Desce a ilusão que o tempo não passa A vertigem ensolarada, ...
Enviado por Antónia Ruivo
em 18/01/2026 19:17:37
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Antónia Ruivo
Amor...
O vocábulo amor anda de boca em boca Num tempo em que a maldade impera, A ganancia, inveja, e mal...
Enviado por Antónia Ruivo
em 28/05/2014 11:06:14
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Antónia Ruivo
E agora...
E agora? Pergunto ao vento que sacode a vidraça. E agora? que rolam no chão todas as folhas mor...
Enviado por Antónia Ruivo
em 26/05/2014 22:34:35
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Antónia Ruivo
Recomeço...
Transporto nas mãos abertas uma ânsia fria Nas pontas dos dedos vazio pardacento Na boca o trav...
Enviado por Antónia Ruivo
em 25/05/2014 20:43:37
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Antónia Ruivo
Sina...
Sei-te no pensamento Numa folha de árvore que cai Até na força do vento A tua presença não esvai...
Enviado por Antónia Ruivo
em 24/05/2014 21:39:42
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Antónia Ruivo
Tudo passa...
Num ponto ao sul intento o teu rosto Desenhado no barro a tinta-da-china Mas a sorte trocada… e ...
Enviado por Antónia Ruivo
em 19/05/2014 22:51:45
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Antónia Ruivo
Se morrer logo mais...
Se morrer logo mais que seja em campo aberto Como amparo um tronco de sobreiro Que me aqueça o ca...
Enviado por Antónia Ruivo
em 14/05/2014 11:58:06
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Antónia Ruivo
Oração...
Minha Nossa Senhora Meu Rosário de luz Traz amor e ventura A quem te procura Traz um pouco de pa...
Enviado por Antónia Ruivo
em 13/05/2014 17:31:38
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Antónia Ruivo
Sem alarde...
Se viesse o meu amor por entre a tarde E trouxesse nas mãos um sonho antigo Eu juro, ficaria quie...
Enviado por Antónia Ruivo
em 12/05/2014 15:05:38
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Antónia Ruivo
Pigmeu...
Porque me chama a ilusão que arde Em fogueira de aflição, porquê eu… Que transporto no peito fút...
Enviado por Antónia Ruivo
em 11/05/2014 16:55:33
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Antónia Ruivo
Deixem correr o poema...
O poema pode ser doce brilhante, insidioso ou asqueroso. Deve ser arrogante. De uma presunção ma...
Enviado por Antónia Ruivo
em 07/05/2014 09:53:29
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Antónia Ruivo
Sombra...
Porque se foi o nada, se nada era Ao meu lado deixou a sombra Essência deslavada Pelo fantasma ...
Enviado por Antónia Ruivo
em 06/05/2014 09:37:23
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Antónia Ruivo
Maio...
Maio… Se ao caminhar por estrada incerta Sob os ombros não pendesse estranha cruz Se das estrel...
Enviado por Antónia Ruivo
em 30/04/2014 09:49:17
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Antónia Ruivo
Receio...
Saudade do vento por entre os meus cabelos Nas pontas dos dedos trouxe um dia anelos Saudade de...
Enviado por Antónia Ruivo
em 29/04/2014 11:41:10
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Antónia Ruivo
Liberdade...
Por entre os dedos os cravos secos Nas mãos de calos doridas Escorrem revoltas, sonhos encobertos...
Enviado por Antónia Ruivo
em 24/04/2014 22:18:09
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Antónia Ruivo
Estranha paixão...
Tenho longas conversas com o silêncio A solidão senta-se à mesa também Questiono os dois e mais m...
Enviado por Antónia Ruivo
em 22/04/2014 13:49:31
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Antónia Ruivo
Poeta de estrada...
Em tudo o que digo, intento Desmembro, atiro areia para os olhos Em altos gemidos Outras, arrepio...
Enviado por Antónia Ruivo
em 17/04/2014 08:55:23
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Antónia Ruivo
Abril...
Ao abrir os olhos pela manhã A imagem desce tranquila Do teto que é branco. Traz nos olhos saudad...
Enviado por Antónia Ruivo
em 16/04/2014 11:44:08
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