Parabéns amiga
Parabéns amiga
Parabéns querida amiga
Obrigada por existires na minha vida
Parabéns pela tua beleza partilhada
Por tua imagem e juventude irradiadas
És vida, és alegria, és a esperança de cada dia
Pela alma sempre ardente dessa amizade
Pelas palavras que sempre tens para comigo
E nessa separação de um oceano inteiro
Onde as ondas te trazem até mim
Na brisa maritima que me susurra o teu sorriso
Nas bonitas nuvens que posso contemplar
Por gostares de mim e principalmente de ti
Gosto muito de ti assim
Linda na beleza da tua natural existência
És um caminho de Deus em aberto
E me concedeste a honra de ver esse caminho
Até ao teu coração eu sempre sigo
Para sentir essa alegria que me faz feliz e
Por tu fazeres parte de minha vida
Eu te desejo que sempre sejas feliz
Obrigada amiga querida
Obrigada Janna
Eureka/Maria
Maddie
Através da loucura estamos em contato com o que há de melhor em nós.
Pensou: Migo, o que você usou?
Ela se sentiu a Sandra Bullock em Maluca
Paixão, obcecada e perigosa, correndo atrás
de um par de pernas com calças!
Hilário, mas quem é doida de refutar?
Curiosamente lembrou da personagem
Madeline Hatter e logo se animou.
Com essa boneca se identificou, do discurso
do amigo, na caixola, quase nada ficou.
Ponderou. Sendo amante de poções
mágicas,
diminuiu o que não lhe acrescentava,
aumentou o que era bom.
Não optou pelo chá de sumiço.
Resolveu esperá-lo recobrar o juízo,
experimentando um fondue!
Amigo, que sua destruição seja apenas uma febre de carinho. Psiu! Eu te adoro, nunca minto, posso até ser doidinha, mas juro que não mordo! Vou seguir seus conselhos, prometo!
Poema das Horas Iguais
00h00m
Se à meia noite ouvires o sino, vais te cruzar com o teu destino
01h01m
Se à uma e um sentires um frio, o teu amor está doentio
02h02m
Se a hora for duas e dois, age primeiro, pensa depois
03h03m
Se às três e três estiveres na cama, irás sonhar com quem te ama
04h04m
Se às quatro e quatro o cão ladrar, um amor vadio está a espiar
05h05m
Se às cinco e cinco ouvires tossir, segredos vão se descobrir
06h06m
Se houver silêncio às seis e seis, leva no bolso os teus anéis
07h07m
Se acordares às sete e sete, o mesmo de ontem se repete
08h08m
Se às oito e oito fores a sair, boas notícias estão para vir
09h09m
Se às nove e nove o céu chover, vais querer chorar sem ninguém ver
10h10m
Se às dez e dez bater a fome, alguém está pintando o teu nome
11h11m
Se as horas marcam onze e onze, vais ver o teu amor ao longe
12h12m
Se doze e doze as horas são, são horas de dizeres que não
13h13m
Se às treze e treze o sol brilhar, alguém está querendo te beijar
14h14m
Se o catorze se repetir, vozes amigas vais querer ouvir
15h15m
Às quinze e quinze horas em ponto, o amor vai quer marcar encontro
16h16m
Às dezasseis e dezasseis, vais te cruzar com infieis
17h17m
Se é dezassete e dezassete, alguém que não cumpre, promete
18h18m
Se o dezoito estiver igual, vais receber um bom sinal
19h19m
Se é dezanove e dezanove, o teu olhar alguém comove
20h20m
Se às vinte e vinte te sentires bem, quem tu amas te ama também
21h21m
Às vinte e uma e vinte e um, o teu amor não é nenhum
22h22m
Às vinte duas e vinte e dois, cuida das vacas, cuida dos bois
23h23m
Às vinte e três e vinte e três, quem ama vê-te e tu não vês
O poema das horas iguais é uma dedicação à minha filha, que está na idade dos namorados e dos significados ocultos nos ponteiros dos relógios. Está na hora certa para amar :)
Saudades
O tempo passa
como uma brisa
que nos afaga o rosto
entre o ermo e a ladeira
entre o abismo e a clareira
O tempo passa
como uma profetisa
que nos traz alegria
e sempre eterno desgosto
entre o efémero e a frieira
entre o aforismo e a regaleira
O tempo passa
como uma poetiza
que nos molda a gosto
entre o deísmo e a lazeira
entre o daltonismo e a
imensa cegueira
O tempo... passa...
Amiga
Você, minha amiga
Seu coração é forte e também frágil
Não tenho visto teu sorriso
Meus olhos estão em lágrimas
Com todo meu ser eu te dou
O melhor de mim e de minha amizade
Quero te ver feliz, e dizer que meus sonhos estão suspensos
Enquanto os teus não forem realizados
Com toda a minha força quero ver a luz em teus olhos
Suavemente como a brisa do vento, como uma brilhante luz
Infinito como a imensidão do meu carinho
Sem invadir sua alma estou te enviando gentilmente estrelas
Para iluminar teu coração e te ver sorrir.
Meus pensamentos estão com você, instante único e sublime
Eu fico olhando pra ti, feliz por ter cruzado teu caminho
Carimbo teu nome com tinta permanente no meu coração
Conte com minhas orações, saiba: torço por você!
Rosangela Colares
À Pedra Filosofal
Pedra nobre, bela, pura,
Em teus olhos encontrei amizade
Da mais verdadeira que existe.
Rara pedra, de tão pura,
Amiga do meu coração!
Força e beleza engrandecem,
Iluminam o teu ser,
Luz de encanto, grande estrela
Orgulho-me de te conhecer!
Sem ti éramos mais pobres
O dia não teria tanto encanto,
Faltaria cá o Sol.
Amigas como tu são raras,
Levar-te-ei sempre no coração!
A ti Pedrinha! Porque mereces por seres quem és e como és!
Querida amiga Naty
Sem esperar me alegraste
Com seu generoso coração
Minha alma feliz deixaste
E me deste muita emoção.
Agradeço a Deus a sua vida
Que um dia aqui conheci
Nesta singela poesia
Meu abraço chegue a ti.
Naty querida, linda flor
Nem sei como agradecer
Neste dia meu carinho e amor
A ti quero oferecer.
Naty,esse video ofereço a você.
FUI VISITAR AS POETISAS DO LUSO
Fui ao Jardim da Vérita
Ó i ó ai
O que foste lá fazer
Fui visitar a Avósita
Porque me fazia prazer
Estava lá a Pedrita
Ó i ó ai
Que também me queria ver
Visitei a Antónita
Numa vila do Alentejo
E cumprimentei a Rosita
Natural do Ribatejo
Fui depois até Leiria
Ó i ó ai
Visitar a Vónita
Que se fez toda bonita
Quando soube que eu lá ia
Fui também ao Norte
Ó i ó ai
Conhecer a Conceiçãozita
Que estava a escrever
Sendo especialista da escrita
E feliz por também me ver
Ó i ó ai
De lá fui à Madeira
Dançar um tango de Gardel
Dançado bem à maneira
Com a Liliana Maciel
Ó i ó ai
Voltei fui ao Cartaxo
Provar um tinto velho
E saí de lá borracho
Com o tinto da Ana Coelho
Ó i ó ai... ó i ó ai, ó i ó ai
de..pois..fui fui fui fui fui
Já não me lembra aonde
Pois que aquela pingarola
Deu-me cabo da cachola
E o cérebro não responde.
Ficaram muitas por visitar, será para a próxima saída, desculpem!
A. da fonseca
É lá!
É lá!
Onde o Sol brilha
que eu estendo a toalha da esperança
nas dunas da felicidade
e rebolo na areia que me aquece
me envolve, me seduz e nada mais...
É lá!
Onde se perde o horizonte
que os meus olhos buscam a verdade
na imensidão do mar, de tão revolto
soltam-se lágrimas salgadas de saudade
É lá!
Que eu procuro e não encontro
a luz pela qual me quero guiar
Que venha o sol, a cada dia mais risonho
e me encha a alma de calor e de amizade!
Maria Fernanda Reis Esteves
48 anos
Natural: Setúbal
PENA, CASTIGO E RECOMPENSA
PENA, CASTIGO E RECOMPENSA
Se me fizeres chorar de novo
Juro que te levarei às lágrimas
Com a força arrasadora dum grito
Repercutindo no eco
Cavernoso
Que se desprende da voz
Quando o horizonte é vasto
E a lonjura é sem medida.
Se a emoção me fizer soçobrar
Levar-te-ei ao tribunal da amizade,
Onde serei o juiz e o carrasco,
E castigar-te-ei com um abraço
Daqueles que doem de tão intensos
E deixam marcas indeléveis…
Que nada poderá disfarçar ou remover!
Se alguma vez me aperceber que a solidão
Invadiu o teu mundo de sonhos e memória
Acredita que tomarei as asas do condor
E, por sobre as copas das árvores e os telhados,
Voarei para te sussurrar ao ouvido,
Enquanto dormires o sono merecido
Dos poetas e dos aventureiros:
- Acredita, o sonho é sempre possível!
E depois havemos de firmar o olhar
De ver tão longe quanto a vontade quiser
E encontraremos flores azuis na Via Láctea,
Papoilas rubras na Estrela Polar
Pirilampos nos penhascos da Lua Cheia
E sorrisos soltos, como cabelos ao vento,
Em todas as estrelas do firmamento nocturno.
Subirá de nós um encantamento de vagabundos
E contrariando todas as certezas mundanas
Encontrar-nos-emos frente a frente, sorrindo,
E as palavras que tanto nos fazem sentir pequenos
Hão-de faltar-nos para dizer: olá!
É que as palavras não fazem falta
Para dizer sentimentos!
PC
27.Jun.2009 – 11h00
Este poema foi-me dedicado pelo meu amigo Poeta
Paulo César, meu conterrâneo por quem tenho muita estima. Ficou num cantinho do meu Blog, mas nunca esquecido, hoje reparto esta bela poesia com os meus amigos, sei que vão gostar.
A amizade é um valor sem tamanho.rosafogo