Ao tirar a tua roupa,
não alimenta todo o meu desejo
de conhecer a sua alma,
onde guardas teus segredos,
julgados por Deus
no silêncio.
E em todas as dúvidas
de sentimentos
que nascem
ou morrem
com atitudes
das mais impensadas palavras,
por querer escutar de você
apenas palavras
que não estão em meus desejos.
Mesmo jurando
sobre a mentira,
para não perder
algo que não dei valor,
pensando que nunca,
em minha vida,
iria, com muita dor,
perder.
Eu não dei valor
ao seu amor,
não cuidei
e perdi para sempre
o amor que tinhas por mim.
E, sem dúvida,
não era o mesmo
que eu sentia
por você.
o poeta ea solidão