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Poemas : 

Grades

 
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Sou flor murcha em detenção
Por grades tão adocicadas
Em teu raro coração
De terras nunca exploradas

Campos verdes de tua calma
Em meio à chuvas de verão
Respingando de meu olhar
Me guiam até a tez alva
Clareiam meu coração
Como pálido luar

Preso na cela da audácia
Com fé reduzida à pó
Temperada de falácias
Língua afiada dava nó
Pois deliro acreditar
Em,sem temor algum,amar





 
Autor
MatheusBelfort
 
Texto
Data
Leituras
1982
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