a bandeira tirou muitas vidas do mundo.
sonhos, juventudes, amores,
liberdades de espíritos,
sua casa, sua família.
e de repente,
ela pede guerra,
como grãos determinam a sua colheita,
onde são regadas com sangue.
e você, mesmo mau alimentado por ela,
ainda se faz de alimento,
para saciar o ego, a destruição.
e quando você volta,
ela está lá,
apenas trêmula,
não de medo,
nem de felicidade,
e nem orgulho por você.
ela apenas fica
à direção do vento,
e nem mesmo sabe
que você esteve ali.