Não consigo encarar o medo,
e sempre, depois, me vejo chorando
em frente de um espelho qualquer,
onde me condeno
sem nenhum julgamento,
e sou palhaço
em um palco de lágrimas,
onde me assisti sozinho
à minha sombra,
sem aplausos,
com a distância do sol e lua,
e me faz sentir
a verdadeira metade
de quem eu sou.
Não consigo encarar o medo,
e sempre, depois, me vejo chorando
em frente de um espelho qualquer,
onde me condeno
sem nenhum julgamento,
e sou palhaço
em um palco de lágrimas,
onde me assisti sozinho
à minha sombra,
sem aplausos,
com a distância do sol e lua,
e me faz sentir
a verdadeira metade
de quem eu sou.
o poeta ea solidão