Sem controle,
sem respeito
a mim
ou a Deus.
Sigo ainda
este mundo,
perdido
em cada esquina.
Sei
que posso cair,
e fico deitado
sobre
uma encruzilhada,
com meus braços
abertos,
olhando fixo
para o céu.
Sem saber
o que dizer,
com palavras curtas
que possam sair
de minha boca.
Digo apenas:
por quê?
E fecho
meus olhos
devagar,
não sentindo
o corpo,
abandonado,
deixado
para um longo sono.
Esperando
o dia
que Deus,
com sua luz,
possa
me despertar.
o poeta ea solidão