Poemas, frases e mensagens sobre desespero

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre desespero

Memória dum tempo ído

 
Memória dum tempo ído
 
MEMORIA DUM TEMPO ÍDO

Já choram de novo os beirais
Me embalo com o seu choro
A solidão pesa demais
Por um dia de sol imploro.
Cai a chuva como pranto
Desesperada no chão
Também o meu desencanto
Açoita o meu coração.

Já choram de novo os beirais
Lágrimas do céu em desespero
Cantam os pássaros seus ais
E eu à Vida que tanto quero.
Não levo pressa de chegar
Quem sabe numa madrugada molhada
Ou quando o tempo amainar
E a Vida p'ra mim fôr nada.

Já não choram mais os beirais
Se calam em descanso merecido
Já são memória nada mais
Memória dum tempo ído.

Agora sou eu quem chora
Porque já se encurta a Vida
Meus sonhos foram embora
Ando de sonhos despida.

rosafogo
 
Memória dum tempo ído

LÁGRIMAS MUDAS

 
LÁGRIMAS MUDAS
 
“As lágrimas não falam
Os olhos tudo podem falar
Com uma lágrima muda
Que cai entristecida
por amar demais”

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LÁGRIMAS MUDAS

OH! SANTA CATARINA

 
OH! SANTA CATARINA
 
“Nossos problemas se tornam pequenos diante de tantos grandes problemas que muitos passam na vida”

ÂNGELA LUGO

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OH! SANTA CATARINA

Atormentada pela solidão

 
Atormento-me pelo vazio da noite que transcorre lentamente
O sono não chega afastou-se me abandonando
Sinto um desejo imenso de adormecer, mas o que fazer
Já cansei de ver as mesmas paredes de todas as noites
Com as mesmas cores, as mesmas cortinas esvoaçando
Pelo vento que corre feliz lá fora
Que inveja sinto deste vento que não sofre de saudade
Pelo contrário é ele que me trás teu cheiro
Sinto-me uma prisioneira desta solidão que a cada
dia aumenta
Sinto-me atormentada dia após dia por este amor
Que não existe mais calor
Todas as noites é um tormento para o meu viver
não sei mais o que fazer
Tento me enganar que alguém me ama
um sorriso escapa no canto da boca
Enrolo-me nos lençóis de cetim vermelho
Escorrego meu corpo lentamente entre eles
Imagino tua mão suave acariciando-me
Com este deslizar tão intimamente
Ainda sinto as marcas do teu amor
Não sei mais o que fazer para te esquecer
Logo em seguida me pergunto o porquê deste engano
Porque enganar-me se nada é verdade
Um desejo aflora no meu peito e vejo o quanto nada é realidade
Ontem a noite estive com outro para preencher o teu vazio
Beijei entrelacei em braços que não conhecia
Depois de beber do meu corpo e sentir o meu gosto... Partiu
E fiquei aqui há esperar cada dia por ti
Por mais que tente preencher o teu espaço não tem como
Estou aqui esperando que um dia retorne
E me desperte para a vida antes que eu morra
Atormentada por este vazio triste da solidão
 
Atormentada pela solidão

Prantos esquecidos de mim

 
 
És aquela que saltitou mil mundos
nas manhãs submersas da saudade
de ti, de mim, de nós
Junto-me a ti
corro a esse chamamento
silenciado pelo gemido da noite
Sem medos, perco-me nesses caminhos
pedregosos do destino
E pergunto-me para quê?
O cosmos queima minhas entranhas
de ternura e de desejos incontidos
abro as asas e voo sedenta de ti
para além do mar
imersa na vastidão do etéreo

Exausta adormeço
nos fios prateados do luar
cobro-me de poeira cintilante
aquecendo o meu corpo despido de ti
suspiro brisas incandescentes
desenhando áureas coloridas
no pardacento do céu
e fico-me pelo olhar
perdido no horizonte
à espera de ti
em prantos esquecidos de mim.

Escrito a 10/10/08

http://saboreamo-nos.blogspot.com/200 ... titou-mil-mundos-nas.html
 
Prantos esquecidos de mim

Manda-me recado

 
Manda-me recado
 
MANDA-ME RECADO

Manda-me do teu coração um recado
Sinto hoje em mim esta dor danada!?
Diz-me que por ti já terias voltado
Mata a saudade em que vivo sepultada.

Basta de ausência que parece castigo
Manda recado, meu coração desespera
Um sorriso, um abraço, conto contigo.
Tarde a tarde, me afundo nesta espera.

Sinto-te nos meados das manhãs de Maio
Sinto-te nas flores, no Sol que fulgura
Sinto-te no coração, e do teu não saio!

Envia ramos de flores quebra a solidão
Eu, esquecerei a dor, que em mim dura!
E assim soltarei meu grito de libertação.

rosafogo
 
Manda-me recado

À Vida (Tua frieza)

 
À Vida (Tua frieza)
 
À VIDA (TUA FRIEZA)

Tua frieza aumenta o meu desespero
E diminuí a minha esperança a metade
Já morre meu coração no peito,e espero
Que sinta o doce morrer leve da saudade.

Deixo-me levar, à Vida não peço ajuda!
Afronto, enfrento a sua dura realidade
Ao meu destino não há sorte que acuda.
Tudo o que agora me resta é a saudade.

Mal te vi, tão breve e tão pouca!
Que tudo ao meu redor, já escurece.
Trago sombra no olhar como o de louca.

E já do que fui nem lembro mais agora
Só o coração ainda bate e até parece,
Que veio p'ra ficar!? Mas eu, vou embora!

rosafogo
 
À Vida (Tua frieza)

No meio do caos...

 
No meio do caos...
 
No meio do caos, da insanidade...
procuram-se palavras que dizer.
Que digam, além da verdade,
o que fazer para não enlouquecer.

Penso... me adenso e desespero.
Da minha mente apenas sai poesia
sobre ti que te deste a mim... um dia...
a quem procuro e para sempre quero!

Que acontece quando se padece
de um amor assim, sem fim...
amor crescente e que vai além,
vai além e continua sem parar.
É meu... é teu... e de mais ninguém,
é apenas de quem, assim consegue amar!!

Rodrigo Lamar 22/12/2012
 
No meio do caos...

Stela Paloma, desejo de felicidades

 
A TODOS E TODAS QUE FAZEM PARTE DO LUSO-POEMAS
PEÇO-VOS QUE LEIAM UMA NOTICIA NO MURAL.
OBRIGADO !
 
Stela Paloma, desejo de felicidades

SOLIDÃO

 
SOLIDÃO
 
SOLIDÃO

A solidão um travo tem
Azedo que amarga a boca
Se é demais o desespero vem
Me afoga e me põe louca.
Já a solidão me minou
E eu a pensar que a venci!?
Sempre vai aonde eu vou!
Não me dá tréguas, desisti.

Nunca se afasta do seu posto
Lembra-me até a sepultura
Vêm-me amortalhando o rosto
Querendo levar-me à loucura.`
Logo me domina o cansaço
Saudade é cambraia que me cobre
Tráz-me notícias que abraço
Logo a solidão as descobre.

Meus olhos adormecem
E fico assim por morrer
Vagabundos de mim esquecem
Até o novo dia amanhecer.
Pequenas lágrimas arrancadas
Aos pensamentos que carrego
Memórias em mim guardadas
Na solidão a que me entrego.

A boca de agonia vou abrindo
Amanheço à procura de mim
Já estou perto,sou o vento rugindo
Nesta solidão sem fim.
Trago um punhado de vida
No sonho parto à viagem
Sei lá de mim! Vou de partida!?
Levo saudade na bagagem.

rosafogo
natalia nuno
 
SOLIDÃO

QUADRAS ESQUECIDAS

 
QUADRAS ESQUECIDAS
 
QUADRAS ESQUECIDAS

Já meu coração se cansou
Anda aqui a contra-gosto
Foi o amor que o maltratou
Ou da vida algum desgosto.

Canto e p'ra meu desespero
Vou cumprindo sina minha
Agora o que mais quero?!
Só eu sei, quem adivinha?

Lá da terra donde vim?!
Do lugar não reza a história
Mas vos digo ainda assim
Que não me sai da memória.

Há searas de trigo loiro
Ao sol e ao vento a ondular
Ao longe ficou meu tesoiro
Mas vivo para o recordar.

Meu amor foi o primeiro
A quem dei meu coração
Sonhei com ele o ano inteiro
Mas meu sonho foi em vão!

Vem a noite e leva o dia
Eu num silêncio perfeito
Virá a morte certo dia
À cama onde me deito.

Talvez com as flores de Maio
Já a sementeira deu em flor!
Daqui também já não saio
Que a saudade é meu bem maior.

Já não choram os meus olhos
Nem sinto da cruz os espinhos
Para traz deixei abrolhos
Nos tão distantes caminhos.

Despedi-me até da saudade!
Que no meu peito habitava
Ateava o fogo e a ansiedade
Dos beijos que te não dava.

Já a ternura é gesto distante
Num olhar, sorriso ou beijo!
Um carinho nunca é bastante
E um amor sempre tráz desejo.

Hei-de ir e hei-de levar
O coração que me deste
Onde vivi e hei-de morar
Se morri não me perdeste.

Resta então um suspiro perdido
E mágoa que em mim não cabe
O tempo se faz de esquecido
Mas deste Amor só Deus sabe.

Sinto o coração a tremer
Quando a esperança é já extinta
Como posso eu não querer?
Que deste querer não sinta?

Sei que a morte não me poupa
O meu destino está traçado
Se vim ao Mundo sem roupa?!
Deitem-me num lençol lavado.

E tudo findo será bastante
Levarei saudade e meu fado
Leiam-me poesia nesse instante
As penas que sofri, terão passado.

rosafogo

Hoje trago algumas quadras,
que são como pão com mel,já
feitas foi só passar ao papel.
 
QUADRAS ESQUECIDAS

MARÉS

 
MARÉS
 
MARÉS

Desenho figuras na areia com os pés
Alcanço o fundo da solidão
Vou deixar o destino traçar as marés
E os sonhos deslizarem p'los dedos da mão
Do céu, nada vem, nada cai!
Efémero capricho é esta Vida!
Afogo as minhas angústias, a alegria se vai
Mas que desacerto este, me sinto perdida!
Perderam-se as figuras, o mar as levou,
A cada respiração, a cada arfar do peito
Ouço o bater quase surdo do coração que o tempo parou
E é neste meu viver, sem jeito,
Onde o tempo e os sonhos, são areia em crivo
Que, ergo a muralha, à maré em que vivo.

A onda, vem e vai, meu pensamento leva e tráz
Tão suave e intenso, fica meu sossego!
Que, a esperança corre, num silêncio de paz,
E volta de novo à vida, a força e o apego.
Tento levar avante, meu caminho até ao fim!
Com os pés na areia, traço novas figuras,
A maré as levará, e a mim?
Me deixará a sós? Com minhas amarguras?

rosafogo

Este poema foi o primeiro que postei no site
já lá vai um ano e pouco, hoje reeditado, para os amigos que ainda não leram.
 
MARÉS

Quem fez de mim acusação?

 
Quem fez de mim acusação?
 
QUEM FEZ DE MIM ACUSAÇÃO?

Deixo escapar um lamento
O coração pesado, à solidão me entrego
Perco o fôlego neste momento
Olhando-me, me nego.
Meu rosto é cor de cinza, desfaleço
Cai a folha de papel no chão
Ai de mim não me conheço!
Quem de mim fez acusação?

Amarfanho o papel desesperada
Olho as fotografias a branco e negro
Viagem tão atribulada
Desespero, já me entrego.
Aperto os nós dos dedos
Mato a voz, murmúrio é ela já!
Não quero saber dos meus medos
Minha memória, já cá não está!
Pedaços de confusão
Me sinto desapontada
Criança levada p'la mão
Nesta viagem atribulada.

Por entre pensamentos de loucura
Sou uma flor a chorar!
Mas ficou em mim ternura
E a minha mão para se dar.
E o tempo que quero mas odeio
Que fez de mim planta frágil sem raiz?!
Deixou-me a seiva e eu enleio
E persisto em ser feliz.

rosafogo

rosafogo
 
Quem fez de mim acusação?

Tudo tem suas vantagens

 
Tudo tem suas vantagens
 
Tudo tem suas vantagens

Tudo tem suas vantagens,
Até mesmo a solidão.
A vantagem que a solidão traz
É que: quando a gente chora
Ninguém vê.
Assim sendo, somos salvos
De zombaria.
Pois segundo os zombeteiros,
Só os fracos choram.
Todavia, quando eles também
Estão a sós;
Vertem vertiginosas lágrimas!
 
Tudo tem suas vantagens

Desespero existencial

 
Desespero existencial
 
Hoje, sento-me à beira do abismo
Olho a rocha escarpada
Perpendicular ao mar
Esse mar revolto que me atrai
Hipnotizada sinto o anjo negro
Num abraço de morte
O negrume penetra minhas entranhas
Meus olhos raiados de breu não te vêem
Raízes seculares sugam a água da encosta
Meus pés desnudos estáticos
Pisam os espinhos das rosas mortas
No céu as nuvens pardacentas
Cobrem-me de saudade
Na minha mente imagens pintadas de sonhos
Rasgam-me a alma como garras felinas
O meu corpo alado ergue-se
Pronto a arrojar-se
No escarpado negro da morte
Minha mente hesita
Meu corpo estremece de desejo
É tão fácil voar até ao mar
Permanecer voando no infinito
Não sofrer, não pensar
Apenas voar, sem passado
Sem presente, sem futuro
Sentindo a alma navegar
Ao sabor da brisa divina
Ah! como é tão fácil
Morrer e não pensar.
Atiro-me feliz
Nos braços negros do vácuo
Sucumbo mais e mais
Sem gritos, sem dor
Seduzida pela pulcritude do limbo

No limite do teu desespero existencial, é isso que sentes, tu que queres morrer? Interrogo-me perplexa, sem respostas e tu amigo que lês este poema sabes responder?
Porque desiste de viver aqueles que se suicidem?
Que desespero tão profundo os levam a querer morrer, será mais fácil desistir ou lutar pela vida? Reflecte, analisa e conclui ….
 
Desespero existencial

Ávido de Incertezas

 
Ávido de incertezas
Tão doces ao coração
Coberto em mar de belezas
Permeando uma ilusão
Causada pelas cervejas
Tomadas neste balcão

Soçobrava em desamores
Rebatendo ao meu universo
Pesadelos e temores
Na linha de cada verso
Que perduravam sabores
De um espírito submerso

Banhado em cascata bela
Cortando como navalha
Enquanto preso à uma cela
Deitado em cama de palha
Rezando em frente da vela
Não clamando a vida falha
 
Ávido de Incertezas

Sonho sozinha!

 
Sonho sozinha!
 
Sonho sozinha,
num sonho a dois,
onde tudo o que foi já não volta
do amor que outrora tive
apenas sobrou uma grande revolta.
Sonho sozinha,
e está na hora de acordar
Desistir do teu amor,que não vai mais voltar. Sonho sozinha,
envolta em desespero.
Sonho sozinha,
e é por ti que espero.
Sonho sozinha,
sem querer despertar.
Sonho sozinha,
não há volta a dar.
E enquanto assim for,
sonho sozinha...
mas tenho o teu amor.
 
Sonho sozinha!

ESTOU FARTO DA VIDA FARTO DE VIVER

 
Tanto eu amava a vida a minha juventude.
Desde jovem que comecei a ajudar quando podia.
Fui ajudando, sempre mal compreendido.
Mas há sempre quem temha uma vida melhor
E não pensam naqueles que precisam.
Ajudo num club de pessoas idosas e já tenho 76 anos.
Pedi à direcção para fazer algo mais , mas nada
E ainda fiquei mal visto por aqueles que não precisam
Tomamos a nosso cargo e em nossa casa
Alguém que estava a bater no fundo, sem dinheiro.
Uma mulher idosa, não sou rico vivo da minha magra reforma.
Tenho espaço para que ela possa viver connosco.
Há quinze dias teve um embolia polmunar
Sentiu-se cansada mas não quria ir ao hospital
No dia seguinte pala manhã levei-a ao hospital
Segundo o médico se a não tivesse levado já estava morta
Ficamos felizes por a termos ajudados a salvá-la.
Entretanto uma sua amiga virou-lhe a cabeça
E hoje tratou mal a minha mulher
A minha mulher que tudo tem feito por ela.
Estou desesperado, estou farto de viver
estou farto da vida, farto de ajudar e virar vitima.
Encontro-me num beco sem saída.
Maldito seja o destino que Deus para mim escolheu.

Que me desculpem, precisava de descompressar e não tenho melhor sitio que no Luso entre amigos
Que me perdõem e obrigado por me terem escutado.

A. da fonseca
 
ESTOU FARTO DA VIDA FARTO DE VIVER

Insónia

 
Começa a haver noite, e nascem com ela os desígnios escondidos que me serviram de recosto no passado. Sinto sossego ao avistar que já todos se preparam para ser embriagados de sono...
É sublime e doce, a dor de um fim, a apatia de um rosto... como se sentisse fogo em mim.
Para onde vou, perguntas tu. Nada neste Mundo me fará parar, largo-me do teu beijo, porque jamais me irás esperar.
São estas, memórias que receio, a angustia e o devaneio...
Sonolentamente de certa forma ainda o quero, velo o meu desespero, dou voz e passo ao exagero, porque três quartos da noite já terão passado, e o meu pensamento ainda se manterá por ti acordado...
Enche-me de vez o coração de coisas para dizer, ou cala-me a boca, arranjando outra forma de o fazer.
O céu citadino faz-se amanhecer, a rua e o rádio ritmados, trazem o ruído que tanto havia esperado.
Agora sei por onde me deixas-te... Eu? Ficarei sempre por trás das palavras que não falaste.
 
Insónia

GRITO DE AMOR

 
Quero gritar bem alto à lua e ao firmamento
A este sol de inverno e à luz do entardecer
Gritar teu nome à terra, ao mar e ao vento
Esta paixão que sinto em mim nascer

Quero louvar-te a ti, estrela florescente
Perder-me em ti, mistério indesvendado
Tocar tua boca, beija-la intensamente
Disfrutar desse teu corpo desejado

Quero explorar teu corpo com prazer
Sentir teu cheiro, teus dedos de setim
Roçar tua pele, sentir-me enlouquecer
Num delírio total, numa paixão sem fim

Quero Brindar-te a vida, os sonhos, os desejos
Este Amor proibido, esta ansiedade
Quero guardar para ti os melhores beijos
Quero sentir por ti esta saudade

Quero ser devorado com ternura
Pelo meu e o teu, por este Amor fatal
Vulcão de Amor que explodes de ternura
Jóia querida, o mais belo cristal

Paulo Varela
 
GRITO DE AMOR