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Poemas, frases e mensagens sobre desilusão

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre desilusão

"TUDO EM MIM"

 
"TUDO EM MIM"
 
 
Tudo, tudo em mim
É um abismo
Solitário que amedronta-me
São dias, horas
Minutos de tempestades
Só me resta nestas alturas
Ou nesta madrugada
Entregar minha alma à poesia
Para embriagar, os meus dias a escrever
Levo os meus pensamentos
Para as águas intermináveis dos mares
Onde os marinheiros
Tomam conta do navio fantasma
De um caderno manchado de vinho
Rasgo e meto, os poemas
Nas velhas garrafas de porto
Atiro-as ao mar, para que ele
Leve para longe toda a minha dor


Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
"TUDO EM MIM"

Transparências

 
Transparências
 
À transparência duma gota de orvalho
Desprendo-me, a pouco e pouco, desta vida
É de canseiras e cansaços que vos falo
De insónias e noites mal dormidas

Não vêm ao caso as dores que carrego
Só esta tristeza que de mim se apossou
Feita de ausências e saudades reprimidas
De quem partiu e, por me amar, não me julgou

Levo comigo o direito sonegado
A uma paz, sem culpa, ou julgamento
Se nem eu já sei de que é que falam os meus olhos
Como posso ousar falar de sentimentos?

Maria Fernanda Reis Esteves
54 anos
natural: Setúbal
 
Transparências

Nada mais será...

 
Não serei mais poesia nascente
em versos a atrair
nem magia iridescente
em musa a seduzir...

Não serei mais flor latente
em jardins a florir
nem vento dormente
pelos campos a fluir...

Não serei e tudo secará
e nada mais será...

Ficarei assim indolente
calada a definhar
feito semente
que esqueceu de germinar...
(ania)
 
Nada mais será...

CASAMENTO [1]

 
CASAMENTO [1]
 
C Cansou-se de acreditar no amor.
A A su' alma afligiu-se e se pôs a prantear,
S Sempre retraída, sempre a chorar....
A Asfixiou do peito tais sentimentos.
M Muitas foram as dores e tormentos...
E E as lembranças faziam-lhe sofrer.
N Nada, nada conseguia demover
T Tanta decepção e falta de sorte;
O Outra vez se casar? ( Vida ou morte?)
 
CASAMENTO [1]

Contrapartida

 
Contrapartida
 
Desconcerto
É o que governa a minha vida
Descrença
O que sustenta a minha angústia
Degredo
O que proclama a minha morte
Dilúvio
O mar que acolhe as minhas súplicas
Desamor
O nó que trago na garganta
Por ti dei tudo
Desprezo
O que não pedi e recebo em troca

Maria Fernanda Reis Esteves
50 anos
natural: Setúbal
 
Contrapartida

Intempéries ciclónicas

 
As lágrimas secam-se no lago do olhar
Vidas, enredos, sentires, reflexões
Perdidos na brevidade do tempo sem fim
Esgares pulsáteis de vivências
Presentes no presente adivinhado
Lógico nos meandros desenrolados
Nas relações edificadas
Da culpa dual de seres carentes
Divergentes na união intemporal
Vidas angustiadas, desprotegidas
Vulneráveis ás intempéries ciclónicas
Dos eus reflexivos e fatigados de lutar

Sem armas, sem vontade de vencer
Abandonam-se à falta de ambição
Em reconstruir o tempo
No tempo que corre sem tempo
Olvidam-se passados vividos
Num futuro desconhecido
Somente a sobrevivência persiste
Nas almas amarguradas de sentir.

Escrito a 24/0109
 
Intempéries ciclónicas

CANTOS DA MINHA ALMA

 
CANTOS DA MINHA ALMA
 
 
Este grito que vem das minhas entranhas
Traduz em mim, numa dor tão grande
Alma em suspiros reprimida no peito
Desabafa a saudade em querer viver
Piso a antiga calçada de frias fragas
Com os pés descalços, num caminho
Que é longo, com os anos passados
No eco das frágeis asas com que voa
Já sem força e talvez já sem vontade
Tempo perdido no inverno que é frio
Na própria sombra onde olhamos sem
Conseguirmos sequer olhar para ver
Este mundo infernal que se está a tornar
Entre caminhos solitários que nos leva
De volta à loucura consumada de qualquer
Amor, tempo de diferentes caminhos
De noite já cansada nos cantos de casa
Procuro um ninho para os desejos da alma
Afogada nas lágrimas, balança na imensidão
Procurando nos cantos da minha pobre alma
Os que vivem nas sombras dos que eu já amei.


Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
CANTOS DA MINHA ALMA

VIAGRA ... MEU AMOR

 
Eu não sou um gabarola, ou um fanfarrão mas vou na mesma vos contar a minha vida sexual.
Quando jovem, parece que eu era muito bonito, As mulheres caíam nos meus braços, como a chuva que caía do céu.
Para fazer amor todos os dias, não havia nenhum problema, de tal maneira eu gostava fazer do sexo, que estava apressado de me casar e foi o que aconteceu.
Os anos de felicidade passavam, mesmo muito rápidamente, Mas as belas noites de orgia, com o tempo, elas começaram a se fazer raras, Tenho que dizer também, que os anos avançavam; e ainda para nada ajudar fui operado das minhas coronárias, devido ao tabaco. (Pois é amigos, continuem a fumar e depois serão vocês a vir ao Luso para contar a vossa vida sexual) e assim eu nem sequer me podia cansar. E a ferramenta que todos os oficiais do mesmo oficio têm, começou a enferrujar e a se dobrar em completa apatia, não havia mais orgias!
E um dia á TV, une boa-nova foi anunciada.
Os Amerlocs, tinham acabado de inventar o Viagra, Isso tinha sido uma boa-nova, fantástica!
Estes Amerlocs , são verdadeiramente fortes!!! É verdade, hein?
Antes desta invenção, eu não gostava muito deles, desses Amerlocs, mas agora... bravo!
E eu comecei a gostar deles, não sei mesmo porquê, mas eles são fortes, não acham?
Mas como vos dizia, só de pensar que eu podia recomeçar a baixar as minhas calças para fazer amor, fui obrigado a lhes render homenagem.
Mas que felicidade! Telefonei ao meu Doutor eu queria de urgencia uma receita para ir à farmácia comprar o meu Viágra. Estava apressado, ai que não! com a caixinha mágica no fundo da algibeira, bem apertadinha na mão não fosse eu perde-la, lá cheguei à minha casa.
Desde que abri a porta, gritei para que a minha mulher se despacha-se visto que eu já tinha tomado uma pilula mágica e de um minuto ao outro poderia começar a fazer efeito.
Deitei-me na minha cama, a minha mulher ao meu lado e.... EUREKA!!! o comprimidinho começava a fazer efeito! Trinta minutos mais tarde, comecei a sentir que a ferramenta começava a mexer, ALELUIA!!!!isto fonciona! Olhei para o meu sexo e ele tinha aumentado de... três milímetros , que tristeza! Triste, desolado, desorientado, mas que dizer? mas que fazer?
Minha pobre mulher chorava, que tristeza! Fim às orgias, a vida é estupida! Isto foi duro, quero dizer, o momento, nada de outro!
Vesti-me, fui no dia seguinte visitar o meu médico e contei-lhe o meu desespero.
-Eu não posso fazer milagres, disse-me ele! se o Viágra não faz efeito, eu não posso reparar a sua ferramenta! E pronto as órgias ficaram únicamente na memoria, passou a ser quimera, madrigais!
E esses Amerlocs, recomecei a não gostar deles. Não são que de gente que se aproveitam do mal dos outros, e são mentirosos.
O Viágra? O meu cu! Não é que da publicidade.
Falei com um amigo ( um amigo... amigo da onça ou de Peniche)
e contei-lhe a minha triste estória e disse-me para tomar o Prozac. O Prozac, sim sim, o Prozac!
Ah, bom, isto é que é um amigo! Ele tinha razão, para fazer foncionar a máquina, não é o Viágra que ainda por cima vinha da China.
Para fazer amor... Avant, toute!!! E de vento em popa, entrei na farmácia.
Do Prozac, meu amigo! o Viágra não vale nada!
- Prozac?, caro amigo?
Sim, do Prozac e depois? disse eu todo inchado!...
Porque o Prozac só dá para dormir para se acalmar!
Ah não... impossivel!...fazer confiança aos amigos! eles são como os Amerlocs, todos falsos! São gente que mata e destroi o mundo com as invasões e tudo, não, não, nunca amei estes amerlocs1
Tinha vergonha; entrei em minha casa, cabeça baixa, fui à casa de banho, olhei-me no espelho, olhei bem para aquele vélhote que estava à minha frente e disse-lhe:
Então como é, meu amigo? Tu foste um Don Juan e agora não passas de um Don Quixote
A. da fonseca

P.S. Esta estoria, é uma antecipação ao futuro rsrsrsrs
 
VIAGRA ... MEU  AMOR

música do povo

 
 
"Há uma música do povo,
Nem sei dizer se é um fado —
Que ouvindo-a há um ritmo novo
No ser que tenho guardado…"-fernando pessoa

ouço-a nítidamente
é um bater do coração
uma melodia doente
de um não saber dizer não

povo tão triste e tão frio
tão perdido em vãs rotinas
não tem futuro,é vadio,
sofrem almas peregrinas...

meu povo iludido não está
nem sabe para onde ir
se corre perdido andará
se fica,é perdido que fica

ai meu portugal tão pequeno
de alma grande tão sofrida
quem te deu desse veneno
que te rouba agora a vida?
 
música do povo

PARIDA TERRA

 
PARIDA TERRA
 
Parida terra onde ficam as palavras
Vazias de sonhos que se esfumaçam
Entre as dunas suspensas de sombras
Dos olhos que ofuscam a beleza da luz

Parida sofrida ventre rasgado de dor
Jardim seco de velhas rosas do fascínio
Rio subterrâneo no deserto de assimetrias
Pelo descanso de não querer existir sozinho

Deserto lágrimas colhidas em coloridas cores
Espectros de raízes no agreste ventre meu
Despido de morte entre os fortes ventos
Inesgotável terra paisagem de perfumada saudade

Que envelhece enchendo-se de coragem
Na parida terra

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
PARIDA TERRA

Sou

 
Sou
 
 
Sou um espectro
- Que vagueia sem rumo
Uma pauta de uma música
- Que ninguém vê
Uma sonata confusa
- Para tacanhos ouvidos

Sou uma sombra que pede
- Na musica que ouve paz
Palavras soltas em letras
- No espectro de fragas
Caminho de estreito passos
- Na serra entre os lobos

Sou as letras escritas
- Do meu livro invisível
De palavras bizarras
- Estranhas que ninguém lê
De asas perdidas
- Esquecidas na estante de pó.

🍂
 
Sou

Ciúme

 
Ciúme, gume que corta e fere
negrume e força à loucura confere
na escuridão do coração sem altivez
na certeza da traição, não há talvez

E se destrói o ser sem perceber
a maior dor que se pode conceber
Auto-flagelo com elo de crueldade
dor fundamentada em irrealidade.

Violenta força, ferida sem cura
Verte sangue do peito sem razão
hemorrágica mente em loucura

Amor transmutado em dor, dissolução
berçário carcerário, nasce agrura
petrifica a mente em dor, ódio, ebulição.

Poema concebido como comentário ao poeta mestre em sonetos Aquazulis

"Tentação do diabo" Vale a pena ler.

http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=156903
 
Ciúme

Talvez seja eu a única inexistência

 
quando já é vasto o deserto
e nele se aprendeu a caminhar
um oásis atrevido cresce mais
que o devido
e me deixa no centro
como se tudo fosse feito
pra mim

e fico num berço
de cheiros, cores
e frescor de água doce
acreditando que isso nunca terá fim...

quando num giro repentino do tempo
tudo se desmancha no vento
deixando o sonho travestido
de descontentamento

o que faz peso e dá medo
é perceber que a surpresa
é refinada ausência
por saber-me transeunte
em terrenos de paz
sobre minas de conflitos

talvez o deserto e o oásis
sejam únicas realidades

e o sonho seja eu...

colorindo e apagando
em cenários pre.escritos

por que surpresas
se sou das marés...?
 
Talvez seja eu a única inexistência

E Ficara...

 
E Ficara...
 
E Ficará...

Têm dias que desperto indisposto
E, nesses dias, aquieto-me num canto.
Tento sorrir pra disfarçar o pranto
Que por teimosia, rola em meu rosto.

Busco as causas de tanto desgosto,
Não vejo motivos, mas, no entanto
Fico perplexo e, até me espanto;
Por isso que evito me pôr exposto.

E, vou cumprindo minha triste sina,
O coração calado não incrimina.
Assim, mantenho a salvo meu segredo.

E quando um dia eu daqui me for:
Irá comigo a curiosa dor
E ficará aqui o nefasto medo!...
 
E Ficara...

LETAL DESTINO - PORTUGAL

 
LETAL DESTINO - PORTUGAL
 
 
Cinzas no chão, veneno no deserto
Trovão no céu, abre-se o desejo
Fogo inextinguível, dor na vesícula
Mastigo o terror de orgulhoso medo
Furor exausto de irritada verdade
Picada em sangue, doce mordida
Cobra de sombra que lança perdida
Batalhas doridas no próprio sustento
Espada de ferro que carrega um anjo
Que mata a carne, que espera esquecida
Chuva de lama que remove a vida
Liga fraudulenta entre os ossos, o cérebro
Torcem o braço até às clavículas
Vermes que não sabem decifrar o silêncio
Práticos pesadelos em caçar talentos
Molhada argila feita de nada para nada
Destino falso de letais falsos profetas

Ó amada esta minha pátria
Que nela tive a sorte de ter nascido
Que me prende a alma
Que me amarra o coração
Ó nação valente, imortal
Que és roubada , maltratada
O vento lusitano de mar a mar
Que vives uma fúria sem alcançar
O céu por inquietação
Malditos os que te roubam, são tantos
Que o povo já passa tantos tormentos
Ó terra lusitana que tanto amo
Bela de norte a sul
Amaldiçoo quem te maltrata
Quem te desfigura selvaticamente
Meu cantinho à beira mar
Meu querido amado Portugal. 2018

🍒

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
LETAL DESTINO - PORTUGAL

Derrubar Ilusões

 
Derrubar Ilusões
 
Derrubar Ilusões
by Betha Mendonça

aqui é a morada onde minh’alma,
despida de corpo, nada é além de si.

não há no destino nem calor ou cor,
capaz de repintar o que já não sou,
nem as tuas mãos a bordar em linhas,
versos livres a fazer-me em traço nu.

tal avião de papel que exposto ao calor,
vira cinzas, fuligem nos lábios abertos,
dos beijos não trocados ou divididos,
bebida presa na garrafa a boiar no mar.

considera-te livre e derrubada tua ilusão!
num outro quadro em que fites o olhar,
te será o mesmo oceano e bem sentir,
e a temperatura in_terna há de te subir;

como um retrato que eu olhe bem aqui,
e imagine que és tu a me tocar e sorrir,
a quem não conheço o rosto nem feições,
nem do corpo, a silhueta ou imperfeições.
 
Derrubar Ilusões

PERDIDA NA CHUVA

 
PERDIDA NA CHUVA
 
 
Perdi-me nas sombras
Molhei-me na chuva
Desci ao inferno
Senti os seus horrores
Sombras perdidas na chuva
Onde abri feridas e rasguei as dores
Olho a janela
As gotas batem nos vidros
Sinto-me exposta aos temores
Perdi os sentidos e todos os amores
Corrói-me com o ácido no corpo
Porque ousei e desejei cheirar as flores
Jardim solto da minha alma
Desci ao inferno, senti os horrores
Perdi-me nas sombras, molhei-me na chuva.

❤️
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
PERDIDA NA CHUVA

A FALSA AMIZADE

 
Quando escrevo uma carta a alguém de quem gosto
Se não recebo resposta, para mim é um desgosto
Tenho para mim que estou enganado na amizade
Não fico zangado, aceito a decisão tenho essa humildade.

Nunca escrevo uma carta a alguém de quem não gosto
Pois mesmo sem escrever recebo letras dos impostos.
Esses nunca me esquecem têm por mim muito amor
E quando abro os envelopes transpiro, tal é o calor.

Eu, sou simplesmente eu, alguém com dignidade
Por isso não aprecio essa falta de honestidade
Se não me respondem, não há amizade, mas desprezo.
Mas aceito sem rancor, fico com a dor, é esse o meu preço.

Palmadinhas nas costas todos nós já as recebemos.
Porque conseguimos algo pelo qual nos batemos.
Perdemos, não há palmadinhas, há um simples bom dia
Porque é no cinismo que essa amizade os guia.

Ah... Mas se sentem que nós nos desviamos um pouco
Logo vêm perguntar; então essa amizade? Fico louco
De sentir que o cinismo chegou mesmo sem pezinhos de lã.
Que querem que eu responda? Essa amizade? Veremos amanhã!

A. da fonseca
 
A FALSA AMIZADE

"PRISÃO"

 
"PRISÃO"
 
 
Ar contemplativo das feras presas
Passeiam mudos, os bandidos cativos
Em grades de algemas frias
Calcam e recalcam tudo em redor
Olhos frios, calculistas, mesquinhos, vorazes
Coração de ferro deitado ao mar
Alma triste resignada, cérebro mole
Corpo de um inútil deserto
Tatuagens no peito, no braço
Entre guerreiros e poetas
Olhos cansados, riso magoado
Mata-se a dor, a saudade invade o regresso
De novos trilhos, novos caminhos
Pés doridos, roxos de espinhos
Perde-se a imagem da auto estima
Morre-se na hora prometida
Apaga-se a luz na noite da vida
Cessa-se a ressaca das trevas
Chora-se o pesadelo em ruínas
Olhar apagado cansado de ver
Acorda-me depressa que eu não quero beber
O veneno que me dão doidamente
Como um verme doente e frio.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
"PRISÃO"

Poderia...

 
Poderia...
 
Poderia...

Poderia até saber em que lugar tu mora,
Nunca teria forças para bater a tua porta.

Poderia atravessar o país só para olhar nos teus olhos,
Nunca enxergaria minha face que te ama.

Poderia gritar no alto de um edifício
Jamais ouviria o meu gemido de dor.
Por falta desse amor que recusas me oferecer.

Ah! Tanto poderia fazer por ti e nada seria
Suficiente para toca tua alma de poeta incrédulo e arrogante...
Foge da fúria de uma mulher mirabolante.

Poderia fazer tu sonhar acordado e preferes dormir,
Ao invés de ouvir um Eu te amo!

(¯`v´¯)
.`•.¸.•´ ♥;;;;;
¸.•´¸.•´¨) ¸.•*¨)
(¸.•´ (¸.•´ .•´ ¸¸.•¨¯`•.♥;;;;;...Elliana Alves

Não fuja de mim porque posso ser teu amanhã...
Eu te amo e isso é real e imortal...

Ao meu poeta!
 
Poderia...