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Poemas, frases e mensagens sobre inspiração

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre inspiração

O Mar!

 
O Mar!
 
Mar, tu que envolves a areia
Com toda a tua força e paixão
Quem te sabe admirar
Já presenciou esta linda união!
União essa que é sublime e encantadora
A força com que a areia abraças
Fazes esquecer a muita gente
Que a vida tem desgraças!
Mar, és incrível e avassalador
És fonte de grande inspiração
Tua paisagem tem efeitos curativos
Cura muitos males de coração!
O horizonte faz parte de ti
O sol todos os dias te vai beijar
És majestoso, imponente
Visto muitas vezes por quem sabe amar!
Quando o sol te beija
Torna-se num momento de grande admiração
Nem todos sabem avaliar este teu poder
Nem todos são dignos de tamanha contemplação!

Este poema foi feito hoje, sentada à beira-mar, contemplando o pôr-do-sol!
 
O Mar!

Na Madrugada

 
Na Madrugada
 
A madrugada é pra mim
o arroubo de súbito encanto
de algum lugar
suave canto...

não sei e ninguém sabe
de onde vem pra onde vai
misteriosa, discreta
liberando rocios...

frescores aromas, seus pendores
alvorada livre e nua ao lume
argêntino da lua
geme os amores...

quando intento frui-la
p'ra inspiração, desvanece
rompe novo dia
o sopro adormece...

Maria Lucia (Centelha Luminosa)
 
Na Madrugada

NADA TENHO PARA VOS OFERECER

 
Hoje como ontem, nada tenho para vos oferecer.
Esqueci as palavras, esqueci frases verbos e rimas.
Tento dar um lugar em mim a um pouco de inspiração.
Mas nada no cérebro, nada na alma, nada no coração

Na minha cabeça, tenho uma massa que nem sei se é cinzenta
As palavras ele não as transmite às minha pobre caneta.
Que chora lágrimas pretas ou azuis, ela desespera.
E a folha de papel continua branca, continua à espera.

A inspiração, essa , continua escondida e ri-se de mim
Com ar cretino e com um ar brejeiro fazendo caretas.
Então meu velhote? Se não for eu, nada consegues inventar!
Fala com a Lua, talvez ela uma vez mais te possa ajudar..

Estou envergonhado com esta sua e má malandrice
Continuo a fazer um esforço, mas nada me obedece
Acorda meu cérebro, acorda minha alma e meu coração.
Dêem-me um pouco de saber sem precisar da inspiração.

A. da fonseca
 
NADA TENHO PARA VOS OFERECER

Poeta da alma

 
Poeta da alma
 
Eu já ordenei ao meu cérebro que pare
que me dê sossego e me desampare
Eu só quero dormir uma noite em paz
sem ter nos ouvidos, palavras, zunidos
ideias, esboços, rascunhos e tais
que martelam cá dentro e me atormentam

Sob esta tortura, não tenho descanso
Não quero sentir mais inspiração!
Parece que alguém me dita ao ouvido
aquilo que escrevo, aquilo que digo
e me condenou a este destino
de falar de amor, de luz e de calma
e talvez por isso, já alguém
me chamou "poeta da alma".

Maria Fernanda Reis Esteves
49 anos
Natural: Setúbal
 
Poeta da alma

Morrer de amor

 
Morrer de amor
 
A inspiração cai-me aos pés
Sangra as palavras que escondo em degredo
Morro de medo.O medo de as leres e não compreenderes
O silêncio gela.Equeço-me da voz quando te vejo.
Mais um sentimento cai no chão.
Parte-se em mil fragmentos cortantes
As lágrimas viram sangue
E eu que te quero tanto,morro mais uma solidão.
 
Morrer de amor

Um Poema !

 
Um Poema !
 
Imagem Google

Esperava mais um olhar,
aquele que me olhava,
Como fosse a bebida
do meu versejar!

Serás sempre o poema,
Um poema, o meu poema
Que quero sempre ler e reler
Até um dia adormecer!

Trazias inspiração no teu olhar!
quando me olhaste,
e como tu fosses a bebida
do meu versejar!

E és, e como és
miragem do meu olhar
só isso e nada mais
que a minha luz solar!

Estampo o teu aviso
em cada verso meu
desfaço e improviso!

Por mais que doa…
Por mais que chore…
Por mais que não entenda…
Serás sempre o meu poema!

O meu poema mais secreto…

Quandoachuvacai/A.C.O.R
 
Um Poema !

DEIXE-ME AS ROSAS

 
Ó Anjo da Musa humana:

Tiraste de mim, a alegria da Inspiração,
e deixaste no seu lugar,
A Dor de um vazio sem par.

Disseste-me que outros poetas
a mesma Musa iriam usar
para suas rimas enfeitar.

Hoje, ao ler teus poetas sagrados,
Me vejo, nas antigas palavras, a rebuscar
o mesmo veio poético, para me iluminar.

Porém,

Anjo da Musa humana,

Vejo-me a construir palavras tristes,
Vejo-me, de novo, tudo começar,
E não consigo mais o antigo sonho alimentar.

Então,

Te suplico,

Anjo da Musa Humana:

Deixe-me, pelo menos as rosas!!!

Ou, alguma rosa perdida, no chão
da minha alma.

Para que eu sinta que um dia, a minha Musa irá voltar.
E, com toda a minha Saudade,
Eu volte a poetar.

Saleti Hartmann
Professora/Pedagoga e Poetisa
Cândido Godói-RS
 
DEIXE-ME AS ROSAS

"PALAVRAS MORTAS"

 
"PALAVRAS MORTAS"
 
PALAVRAS MORTAS

Quantas e que inspirações
Tornam um poeta genial?
Transpirações, exaustões
Até um “produto” final?

Quantas, quantas revisões
Que tolhem, colhem visões
Em dioptrias ceifadas
Para impressionar multidões?

Vezes e vezes sem dó
Está um individuo…só
Travando batalha insana
Contra a musa que o engana.

E o sono que bem cai
O léxico que se retrai
A inspiração é nula
E um homem vira mula!

Teimoso, escreve, escrevinha!
Na mesa, na escrivaninha
E se auto inflige, em torpor
Mais chibatadas de alento.

O cansaço nem se adivinha
De há tanto que instalado.
Está no seu corpo plasmado
Os sinais do anteontem.

Esgotado, cai para o lado.
Mas antes que adormeça
Corre, toma a toda a pressa
Uma qualquer transfusão.

Seja de sangue ou não
Invicto, louco, se mata!
Mais uns retoques, está quase
A parir algo para a caixa.

Mais conservante e corante
Coloca as palavras mortas
Em exposição na estante
De horrores! Arrepiante!

26 Março 2009
Por Ana C./ Sob_Versiva

Imagem por KinderTrauma!

Música:Um delitos, deleites, delícias... que guardo em vinil desde 1976 ! Os "Aguaviva" , no no meu album preferido "Poetas andaluces de ahora", gravado ainda no regime Franquista!
 
"PALAVRAS MORTAS"

POEMA BRONCO

 
Poema Bronco

Sobraram
os restos
do resto

Deste
poema bronco

Hoje
ainda
verso

Amanhã
palavra

No fim

Silêncio

Branco
 
POEMA BRONCO

Apenas sinto

 
Apenas sinto
 
O que eu sinto aqui dentro de mim vai muito além,

além de minhas possibilidades, vem do alto estão fora

dos meus comandos sou comandada apenas sinto amém!

Mary Jun
Abril/18

Imagem Google
 
Apenas sinto

"dias de glória"

 
veio ela
em rubra
fita na testa e
o peito
com blusa
aberta

palavras
em comoção
enchiam
mãos de revolução

era ela
a luta
sangrando
no papel

era ela a poesia
sem regras
sem leis
sem quartel
 
"dias de glória"

* Inspiração - Último Poema *

 
Estou vazia!
Já não te tenho mais amor…
E tortura-me esta dor,
Pela qual anseio e amo,
Com tanto ardor…

Já não! Já não me espreitas amor!
Os nossos dias acabaram,
Já não têm Mais cor,
E esqueci o que senti,
Quando te esbocei ao rubor.

Já nada resta,
A nossa parceria,
A forma como te alinhava na minha poesia,
Acabou!
Não te amo mais…

E dispo-me de ti,
Enterro ainda em sangue o que vivi,
Aqui e ali,
Enquanto te escrevi….
Morri amor!

Estou de partida,
Vazia e amargurada…
Deixo-te para sempre,
Não te quero encontrar mais!
Espero que não me voltes a tocar…

Marlene
 
* Inspiração - Último Poema *

Doce Inspiração

 
Que inspiração é essa?!!!

Que sentimento é esse?

Sinto diante de mim o novo...

O novo pode ser algo que nos estarrece, talvez apetece... ou apetece e estarrece!

Pode também nos abraçar pra mostrar o que é, pra que é, de quem é.

Se é do bem?
Ah... sei que sim...
Pela delicadeza que mostra, pelo sentimento que demonstra!

Confirmará quando o doce aroma do seu cheiro exalar e entrar, pra me dizer que é você que será o antidoto que irá me renovar.

Ah...

Me dá vontade até de deitar...

Só pra ficar em silêncio imaginando, o seu olhar me olhando, pra quem sabe desejar minha mão tocar...

Por falar em tocar...

Espero com anseio e sem desdenho, o seu coração beijar...

Porque abraçar, já te abraço todos os dias, desde quando pela manhã me levanto, pensando no momento em que estarei bem perto pra quem sabe enxugar teu pranto, na hora em que precisar de acalanto.

Antonio de J. Flores

Viva ao romantismo, mas sem contradições e hipocresia!
 
Doce Inspiração

Conversa puxa conversa

 
Eu teço poemas curtos
Não dou confiança à poesia
O que não é sinónimo
De ter a alma vazia
Simplesmente não gosto
De entediar quem me leia
Prefiro deixar no ar
Os estados de nostalgia

Os sonhos mal tomam corpo
Quando me vêm à mente
Já deixaram de ser meus
Passam a ser de quem sorve
Fantasias, miragens ou pesadelos
Ofereço-os em taça ardente

A raiva é sempre incontida
Sou mulher de extravasar
Coração ao pé da boca
Cada um no seu lugar
Não acato injustiças
Vou à luta todo o dia
Nunca me hão de calar

Não sei se já disse tudo
Não me queria alongar
Afinal, o que era curto
Conversa puxa conversa
Já nem associo ideias
mesmo que não tenha nexo
Dou comigo a versejar


Maria Fernanda Reis Esteves
51 anos
natural: Setúbal
 
Conversa puxa conversa

Dedicada inspiração

 
Há alguns suspiros caídos nas alamedas de mim.
São vigiados por uma dedicada inspiração
que aguarda o tempo certo para colhê-los.
Ela não sente fome,
nem demostra de nada necessitar.
Paciente e serena saboreia
o som que o ponteiro lhe dá.
Entre flores de gemidos,
Folhas secas de ais perdidos
Esse sopro se faz purificar.
E na era da colheita
Certa de concluir sua faceta
A nobre inspiração deixa seu suspiro exalar.

Enide Santos 13.01.17
 
Dedicada inspiração

Música

 
Música
 
O bloco é de notas
E notas podem ser musicais
E da música eu trago a inspiração
De sem Dó ser um Mi(m)
Sem as arestas de voltar de Ré
Mas sempre querendo ver o Sol
E lá, quem não caí em si?

A minha música não tem melodia
Ela é sua, minha e pra todo dia!

Tiago Evo
 
Música

Filho d’alma

 
Filho d’alma
 
Oh, como gosto de brincar com

As palavras, criar, imaginar situações

Coisas da alma aguçada que não vê

Limite para fantasiar, às vezes sorri

Minha alma das coisas que me vem

Das vísceras tal qual parir um filho

Nasce não tem jeito, o mais interessante

Que nem sempre vivi e [ou] vivo o que

Escrevo, basta uma imagem para gerar

Vida a um personagem tornando-se tão

Real que levo o leitor imaginar ser eu

O personagem, sim, em sua maioria,

Mas tantos não o são dou vazão ao coração!

15/10/17
Guarulhos,
Às 01:49hrs
Mary Jun
 
Filho d’alma

A Deusa da Inspiração

 
Desnudaste-me o espírito,
Arrancaste-me a carne e a prudência
E aprisionaste-me num invólucro de palavras e precipício.

Revolvia-me em paixão, ânsia e escrutínio
A dor incólume latente ao fascínio-
Essa chama gélida que me acomete em calafrios.

Lançava-me ao apoteótico
Momento de síntese,
De enclausuramento,
De síncope.

Martelava palavras
Ao peito nu
E sangrava a verborragia
Das alianças convenientes.

Mastigava o equilíbrio da simbiose
E digeria a máscara que licencia a normalidade.
 
A Deusa da Inspiração

Sem obrigatoriedade

 
Não escrevo por obrigação
É contraproducente
Mas nunca renego
Um sopro de inspiração

Não quero que me digam
O que devo fazer...
Não sou permissiva
Valorizo sempre a iniciativa

Quanto vale a poesia?
Se não for expontânea
Se não nascer da briga
Entre o ego e a alma
E não for criativa?

Maria Fernanda Reis Esteves
50 anos
natural: Setúbal
 
Sem obrigatoriedade

Eu vi essa ave

 
Eu vi essa ave
 
Eu vi essa ave
Voando em liberdade
Planando o meu mar
Tumultuoso e orvalhado

Eu vi essa ave, sim
Faminta e exausta
No meu ombro descansou
Chilreando baixinho
Palavras doces de carinho

Trazendo novidades
Do outro lado do mar
Mitigando a saudade
Que teima em ficar

Meu coração rejubilou
Com tão linda melodia
É a melodia da ternura
Enviada com sabedoria.

O mar amainou
O meu olhar brilhou
O sol enxugou
As penas molhadas da ave
que voou em liberdade

Recuperou alento
Chilrou a mensagem
E Voltou a voar
Até perder de vista

Levando nas patas
Uma flor perfumada
Com a fragrância
Da minha terna lealdade

Sabe o que fazer dela
E concluir a missão
Entregá-la docemente
Á “musa” da minha inspiração.

Escrito a 16/05/08
 
Eu vi essa ave